TRANSMISSÃO: Record

O reality “Casa do Patrão”, que estreia pela Record, aposta em um mecanismo pensado para agitar a convivência entre os participantes e evitar um jogo sem episódios de conflito. O interfone, presente em diversos pontos da casa, foi descrito pela produção como um elemento capaz de movimentar dinâmicas de poder desde o começo do confinamento.

Como o interfone interfere no jogo

O aparelho liga constantemente a “Casa do Patrão” à “Casa do Trampo”, permitindo que o concorrente que ocupar o posto de “patrão” emita ordens sem precisar se deslocar fisicamente. Entre as instruções que podem ser passadas pelo interfone estão pedidos de comida, cobranças e a distribuição de tarefas, segundo informações divulgadas pela produção.

Na prática, o recurso reforça uma estrutura hierárquica permanente dentro do programa, na qual o poder pode se mover entre participantes e a tensão acompanha essa circulação. A expectativa da produção é que o interfone se torne uma peça central para a formação de alianças, disputas e possíveis reviravoltas ao longo da temporada.

Por ser uma ferramenta direta de comando, o interfone tende a intensificar conflitos cotidianos e aumentar o potencial de embates entre os confinados, especialmente quando ordens e cobranças forem feitas publicamente ou em momentos de maior visibilidade.

Apesar de funcionar como instrumento prático para a organização das atividades na casa, o uso contínuo do interfone também deve gerar desgaste entre os participantes, ao estabelecer claramente quem exerce autoridade em determinado momento do jogo.

Imagem: Divulgação

A proposta da produção é, portanto, mesclar execução de tarefas e estratégias de convivência com um mecanismo que amplifica relações de poder, criando terreno para disputas e mudanças no curso do reality.

A repórter e influenciadora Victoria Xavier esteve na “Casa do Patrão” a convite da Record TV.

Com informações de Ofuxico