Em 2026, mesmo com a presença crescente de celulares, tablets e e-readers, estudos e especialistas afirmam que o aspecto mais relevante é manter o hábito da leitura, independentemente do suporte usado. Leitura em papel ou em tela continua estimulando o cérebro, ampliando conhecimentos e contribuindo para o bem-estar mental.
Pesquisas citadas por universidades indicam que acompanhar uma narrativa, interpretar ideias ou assimilar novos conceitos ativa áreas cerebrais relacionadas à imaginação, memória, linguagem e raciocínio. Um estudo divulgado pela PUC/RS mostra que esse esforço cognitivo constante favorece a manutenção das funções mentais e enriquece o repertório e o vocabulário do leitor.
BENEFÍCIOS PARA A SAÚDE MENTAL
Especialistas também apontam a leitura como ferramenta contra o estresse. De acordo com estudos mencionados por profissionais, alguns minutos de leitura são suficientes para reduzir a tensão muscular e baixar a frequência cardíaca. Esse alívio costuma ocorrer porque a atividade exige foco: ao concentrar a atenção em uma história ou assunto de interesse, as preocupações externas tendem a ficar em segundo plano.
A prática regular pode ainda despertar emoções positivas, ampliar a empatia e gerar sensação de bem-estar quando o leitor se identifica com personagens ou situações descritas.
PAPEL APONTA VANTAGENS EM COMPREENSÃO E MEMÓRIA
Apesar da expansão dos formatos digitais, livros impressos mantêm vantagens em determinados contextos. Pesquisa referenciada pelo Guia do Estudante indica que a leitura no papel tende a favorecer maior retenção de informações e melhor compreensão em textos longos. Entre as explicações está a presença de referências espaciais no livro físico, que ajudam o leitor a localizar trechos e fixar conteúdo na memória, além da ausência de notificações e interrupções comuns em dispositivos eletrônicos.
E-READERS VALORIZADOS PELA PRATICIDADE
Por outro lado, leitores digitais conquistaram público pela mobilidade: um único aparelho pode armazenar milhares de títulos e permitir ajuste de fonte, brilho e contraste. A portabilidade é especialmente útil para quem viaja ou faz deslocamentos frequentes, e a compra instantânea de livros é apontada como facilitador do acesso à leitura.
Imagem: Divulgação
Recursos de personalização também beneficiam pessoas com dificuldades visuais, que conseguem adaptar o tamanho e o contraste do texto às suas necessidades.
FORMATO IDEAL VARIA CONFORME O OBJETIVO
Especialistas destacam que não existe uma opção universal. Para estudos extensos, o papel pode ser preferível pela facilidade de marcação e memorização; leituras leves ou voltadas ao entretenimento se adaptam bem ao digital. Em muitos casos, combinar os dois formatos traz benefícios: usar o impresso para aprofundamento e o digital para praticidade durante deslocamentos maximiza a frequência de leitura.
Independentemente do suporte escolhido, manter contato frequente com livros e textos é o principal ganho: a leitura fortalece funções cognitivas, estimula a criatividade, melhora a escrita e amplia o senso crítico.
Com informações de Fastcompanybrasil

Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6