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O executivo de futebol do Corinthians, Marcelo Paz, admitiu o interesse do clube no meio-campista Arthur, agrado do técnico Fernando Diniz, mas ressaltou que pendências financeiras impedem avanços imediatos na negociação. A declaração foi dada em entrevista à TV Band.

Paz afirmou que Diniz mencionou Arthur entre os nomes desejados. Segundo o dirigente, trata-se de um jogador que “somaria muito” ao elenco e que é visto com bons olhos pela comissão técnica, além de ser um nome oportuno por estar livre no mercado. Ainda assim, o dirigente ressaltou obstáculos que precisam ser resolvidos antes de qualquer contratação.

Entre as questões apontadas por Paz estão atrasos salariais e um transfer ban que limita a possibilidade de registrar reforços. O Corinthians foi penalizado pela Fifa por uma dívida de US$ 1,5 milhão (equivalente a cerca de R$ 7,7 milhões na cotação atual) referente à compra do volante José Martínez junto ao Philadelphia Union, em 2024. Além disso, nesta segunda-feira o clube recebeu outro transfer ban por não ter quitado multas recentes, no valor aproximado de US$ 200 mil (por volta de R$ 1 milhão).

“Temos que vender”

Para equilibrar as contas e liberar operações no mercado, Marcelo Paz admitiu que o Corinthians terá de negociar jogadores nesta janela. Ele disse que já existem sondagens concretas, embora ainda não haja proposta firme em mãos. Entre os nomes citados como possíveis saídas para o futebol europeu estão os meio-campistas André e Breno Bidon e o atacante Yuri Alberto.

Marcelo Paz confirma interesse em Arthur, mas aponta entraves financeiros e diz que clube precisa vender

Imagem: Divulgação

O executivo explicou que o movimento do mercado deve crescer com o fim da Copa do Mundo e o início das pré-temporadas europeias, o que pode transformar sondagens em ofertas. No entanto, até o momento não há transações confirmadas ou valores acordados para qualquer atleta do elenco alvinegro.

Paz afirmou também que a diretoria está trabalhando para sanar os débitos e regularizar a situação do clube junto aos órgãos competentes, condicionando assim a possibilidade de efetivar contratações desejadas pela comissão técnica.

Com informações de Gazetaesportiva