Um dos grandes nomes do funk paulistano, MC PH segue colhendo os frutos de sua fase mais criativa e potente na cena. Após o sucesso de “Dinheiro e Poder” — faixa que acumula mais de 1 milhão de plays no Spotify e figura entre os 30 vídeos mais assistidos do YouTube —, o artista volta a chamar atenção com o lançamento “Cidade Grande”, parceria de peso com Phe Cachorrera, Traplaudo, Gaab, Veiga no Beat e DJ LK, lançada pela GR6 Explode.
Enquanto “Dinheiro e Poder” aborda com força os temas de poder, ascensão e desigualdade social ao lado de MC Hariel, IG, Luki e Trick, a recém-lançada “Cidade Grande” surge como um retrato da vivência urbana, misturando funk com elementos melódicos e letras que falam sobre as ambições e os desafios da juventude da periferia.
A produção de “Cidade Grande” conta com nomes de respeito da música urbana — como DJ LK e Veiga no Beat — e já começa a repercutir nas redes e nas plataformas digitais com grande aceitação do público. “É uma música que fala sobre sonho e superação. Ela é direta, real e atinge quem vive a correria todos os dias”, diz MC PH.dias”, diz MC PH.
Entrevista: MC PH fala sobre som, visão e transformação
Você está vindo de dois lançamentos bem expressivos. Qual o papel que essas faixas desempenham no atual momento da sua carreira?
Ambas representam a evolução do meu trabalho. “Dinheiro e Poder” tem aquele DNA clássico do funk paulista, mas com uma nova energia. Já “Cidade Grande” mostra meu lado mais maduro, conectado com outros estilos e com letras mais reflexivas. São projetos que falam de vivência real, de progresso, de representatividade.
Na faixa “Dinheiro e Poder”, você destaca o artista Trick. Qual é a importância desse feat pra você?
A parte do Trick é muito especial. Além de parceiro de cena, sou empresário dele. Acompanhar seu crescimento é algo que me emociona. É como ver uma semente virar árvore. Essa faixa é um espaço onde artistas da nova geração dividem palco com nomes já consolidados, e isso tem um valor enorme.
Você acredita que o funk segue como ferramenta de transformação social?
Sem dúvida. O funk sempre foi a voz da periferia. Quando a arte se torna um instrumento de mudança social, ela vai além do entretenimento — ela inspira, educa e transforma. E é nisso que eu acredito: no funk como agente de transformação.

Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6