Lionel Messi desembarcou na Argentina neste sábado para acompanhar o velório e o sepultamento de seu pai, Jorge Messi, que morreu na madrugada, segundo comunicado do Sanatório Centro. O craque retornou à sua cidade natal, Rosário, em um avião particular vindo dos Estados Unidos, acompanhado da companheira Antonela Roccuzzo e dos filhos, a maioria vestida de preto, conforme observou a AFP.
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O avião pousou às 20h40 no horário local (23h40 GMT), de acordo com autoridades aeroportuárias. Após a chegada, Messi deixou o aeroporto em uma caminhonete escoltada por viaturas policiais. O pai do atleta foi declarado morto às 2h no horário local (5h GMT), informou o sanatório, que também disse que, por respeito à privacidade, não divulgará detalhes sobre as circunstâncias médicas do falecimento.
Último adeus
Jorge Messi será enterrado em um cemitério em Pérez, cidade próxima a Rosário, no norte da província de Buenos Aires. Do lado de fora do local de sepultamento, policiais e alguns torcedores se reuniram para demonstrar apoio ao ídolo. Entre as falas registradas, Roberto Celudero disse à AFP que a despedida é difícil e lembrou os sacrifícios feitos por Jorge para que o filho chegasse aonde chegou.
Jorge, nascido em 1958, trabalhou na metalurgia e treinou categorias de base no clube de bairro Grandoli, em Rosário, onde comandou Lionel aos quatro anos. Em 2000, mudou-se para a Espanha para acompanhar o tratamento do filho e sua entrada no Barcelona, deixando emprego e família na Argentina. Posteriormente, atuou como empresário de Messi em passagens pelo Barcelona, Paris Saint-Germain e Inter Miami.
Repercussão
A notícia da morte gerou mensagens de solidariedade no mundo do futebol. O Barcelona agradeceu a Jorge por ter confiado ao clube os primeiros passos e os anos de maior destaque da carreira de Lionel. A seleção argentina publicou uma mensagem de apoio a Messi e à família. O Inter Miami fez um minuto de silêncio antes da partida contra o Monterrey pela Leagues Cup; jogadores também usaram faixas pretas em campo.
Imagem: Foto por LUIS ROBAYO / AFP
No jogo do Inter Miami, Rodrigo de Paul, amigo e colega de seleção de Messi, marcou e, ao tirar a camisa, mostrou por baixo uma camiseta com o número 10 em homenagem ao capitão.
Durante a carreira, Lionel citou a influência crítica e motivadora do pai, que o acompanhava nas análises de desempenho após as partidas e teve papel decisivo nas negociações contratuais da carreira do filho.
O velório e o enterro marcam o fim do período imediato de despedida da família e dos fãs, enquanto seguem as homenagens de clubes e companheiros.
Com informações de Gazetaesportiva

Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6