A incorporadora Moura Dubeux encerrou 2025 com o resultado financeiro mais forte de sua história, reportando lucro líquido de R$ 420 milhões, aumento de 67,4% em relação a 2024. No quarto trimestre, o lucro somou R$ 111,9 milhões, avanço de 148,9% na comparação anual, e a margem líquida alcançou 17,8%, ante 16% no ano anterior.
O desempenho operacional também teve crescimento significativo. O Ebitda ajustado foi de R$ 489,9 milhões em 2025, alta de 69,8%, com margem de 20,8%. No quarto trimestre, o Ebitda ficou em R$ 138 milhões, elevação de 159% em relação a igual período de 2024, impulsionado pela ampliação de escala e pela diluição de despesas administrativas.
A receita líquida do grupo atingiu R$ 2,36 bilhões em 2025, um crescimento de 50,1% na base anual. Só no quarto trimestre, a receita ficou em R$ 704,7 milhões, praticamente o dobro do registrado um ano antes. Parte do avanço foi atribuída ao modelo de condomínio de construção, que aumenta a monetização por meio de taxas de consultoria, gestão e comercialização de terrenos.
No segmento comercial, as vendas líquidas somaram R$ 3,51 bilhões em 2025, crescimento de 47% frente a 2024. No quarto trimestre, o volume vendido alcançou R$ 698 milhões, alta de 34,1%. A taxa de distratos caiu para 6,9% das vendas brutas, recuo de 1,7 ponto percentual, e o VSO (velocidade de vendas) foi de 51,7% nos últimos 12 meses; os empreendimentos lançados em 2025 registraram VSO de 55,4%.
Em 2025, a companhia lançou projetos com VGV total de R$ 4,59 bilhões, avanço de 80,7% sobre 2024, distribuídos em 17 projetos. No quarto trimestre, o volume lançado somou R$ 988 milhões.
Do ponto de vista de capital, a Moura Dubeux manteve estrutura conservadora: a dívida líquida encerrou o ano em R$ 324 milhões, equivalente a 21,4% do patrimônio líquido. O consumo de caixa operacional foi de R$ 117 milhões, desconsiderando dividendos, e a empresa distribuiu mais de R$ 351 milhões em dividendos aos acionistas no período.
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A carteira operacional incluiu 61 projetos em andamento ao fim de 2025, totalizando R$ 12,7 bilhões em VGV bruto e mais de 14 mil unidades em desenvolvimento. O landbank chegou a R$ 10,9 bilhões em VGV potencial e o estoque somou R$ 3,5 bilhões em valor de mercado, com entregas previstas entre 2026 e 2030.
Para sustentar o próximo ciclo de crescimento, a empresa lançou iniciativas estratégicas, como a vertical Ún1ca, voltada ao segmento econômico, e uma joint venture com a Direcional Engenharia para ampliar atuação no mercado de habitação popular no Nordeste. Nas redes sociais, o CEO Diego Villar destacou o momento da empresa: “Abrimos a temporada de deals de equity no Brasil em 2026, seis anos após o nosso IPO — um marco que representa muito mais do que uma captação: representa a consolidação de um ciclo construído com consistência, disciplina e entrega”.
Com informações de Portalin

Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6