De observação a ofício: costura virou trabalho e legado familiar

Águas Mornas — Rosi Vieira converteu em profissão a prática da costura que aprendeu na infância ao ver a mãe remendar roupas. A rotina que se iniciava em pequenos consertos familiares evoluiu para uma atividade remunerada: Rosi trabalha com costura há 20 anos e transmitiu o ofício às duas filhas.

Ao longo de duas décadas, Rosi consolidou um ofício que agora integra a rotina das filhas. As duas jovens aprenderam com a mãe os procedimentos básicos e alguns segredos do trabalho com máquina e tecidos, garantindo a continuidade de uma atividade que teve origem no reparo de roupas dentro de casa.

A costura é realizada na cidade de Águas Mornas, na região metropolitana de Florianópolis, onde Rosi atende clientes e executa serviços que vão desde pequenos remendos até ajustes mais elaborados. A profissional destaca a relevância de ter começado observando em casa, o que, para ela, representou uma formação prática e persistente.

Além do aspecto profissional, Rosi enfatiza o valor pessoal da atividade. Ela afirma que a máquina de costura funciona como terapia, oferecendo concentração e sensação de realização. A reportagem aponta que a psicologia contemporânea identifica fundamentos que explicam esse efeito terapêutico, confirmando a percepção de Rosi sobre os benefícios da prática.

Imagem: Ap

O caso ilustra como habilidades transmitidas no ambiente familiar podem se transformar em ocupação estável e em um legado entre gerações, mantendo viva a tradição do reparo e da produção manual de roupas.

Com informações de Clickpetroleoegas