Marly Moreira Silvestre mantém duas faculdades de medicina com renda de barraca na feira
Marly Moreira Silvestre, de 55 anos, sustenta as duas filhas enquanto elas cursam medicina por meio do rendimento da barraca de pastéis que monta em Palmas desde 1997. Ela foi a primeira feirante a comercializar pastel naquele local e, quase três décadas depois, a renda obtida na banca é usada para custear integralmente as mensalidades de ambos os cursos.
O cenário descrito destaca a rotina de Marly como empreendedora informal: a feira onde atua há anos não só assegurou sua permanência no mercado local, como também passou a ser o pilar financeiro para a formação superior das filhas. A manutenção das duas matrículas em medicina depende exclusivamente do rendimento obtido por ela com a venda de pastéis.
O caso evidencia a relação entre trabalho informal persistente e investimento em educação superior. Marly transformou a atividade na feira em mecanismo de subsistência e de apoio às filhas, conciliando o esforço cotidiano com o compromisso de garantir o pagamento das mensalidades dentro do prazo para aproveitar descontos.
A trajetória de Marly, iniciada em 1997 com a abertura da banca de pastéis em Palmas, ilustra como uma ocupação tradicional de mercado pode se tornar a base de financiamento de cursos de alto custo, especialmente quando o pagamento pontual representa vantagem financeira.
Imagem: Divulgação
A história conclui com a constatação de que, por meio do trabalho na feira, Marly consegue arcar integralmente com as duas faculdades de medicina das filhas e prioriza a quitação antecipada das mensalidades para usufruir dos descontos oferecidos pelas instituições.
Com informações de Clickpetroleoegas

Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6