Palmeiras declarou ter recebido com surpresa e indignação a denúncia apresentada pela Procuradoria do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) contra o meia Mauricio, referente a um lance ocorrido na goleada sobre o Vitória, na última quarta-feira, válida pela 21ª rodada do Campeonato Brasileiro.
No posicionamento oficial, o clube afirmou que a arbitragem de campo e a equipe do VAR avaliaram o contato entre Mauricio e o zagueiro Cacá, do Vitória, e entenderam que a aplicação de cartão amarelo seria suficiente. Diante disso, o Palmeiras questionou a iniciativa da Procuradoria e criticou o fato de uma interpretação posterior do órgão poder suplantar a decisão técnica dos árbitros.
O time ainda apresentou vídeos de jogadas ocorridas na mesma rodada envolvendo o atacante Raniele, do Corinthians, no empate contra o Athletico-PR na última quinta-feira, e o volante Pulgar, do Flamengo, na partida que terminou 1 a 1 contra o Internacional, disputada na quarta-feira no Beira-Rio. Segundo o clube, os lances desses atletas teriam caráter similar ao que motivou a denúncia contra Mauricio, mas nenhum deles foi acionado pelo STJD, o que, na visão do Palmeiras, demonstra ausência de critérios uniformes.
O Palmeiras também recordou decisões recentes do Tribunal que atingiram integrantes do clube: a suspensão de seis jogos imposta ao treinador Abel Ferreira por expulsões sofridas contra São Paulo e Fluminense; a punição de dois jogos aplicada ao jogador Allan após expulsão diante da Chapecoense; e a punição a Paulinho em razão de sua comemoração contra o Flamengo. A agremiação sustenta que essas medidas, somadas à denúncia contra Mauricio, reforçam uma percepção de falta de equilíbrio e isonomia nas condutas do STJD quando o foco é o clube.
No texto divulgado, o Palmeiras afirmou respeitar as instituições, mas exigiu reciprocidade, ressaltando que não aceitará que limites institucionais sejam ultrapassados nem que decisões desproporcionais prejudiquem o trabalho de seus profissionais.
Imagem: Divulgação
Veja o posicionamento do clube sobre o caso e as diferenças apontadas entre os critérios adotados pelo STJD e as decisões tomadas pela arbitragem durante a rodada.
Com informações de Gazetaesportiva

Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6