O passaporte para cachorro ganhou espaço entre tutores que planejam viagens internacionais em 2026. Entender as exigências e os custos associados evita contratempos no embarque, por isso o planejamento antecipado é recomendado. Quem viaja para fora do país costuma ser o principal interessado nesse documento.
Quanto custa o passaporte para cachorro em 2026?
De acordo com o Ministério da Agricultura e Pecuária, a emissão do passaporte para cães no Brasil pode ser realizada gratuitamente pelas unidades do órgão, desde que o tutor atenda às exigências sanitárias estabelecidas. O documento é reconhecido por diversos países e facilita a entrada em destinos como membros da União Europeia.
Apesar de não haver taxa de emissão, há custos indiretos ligados à obtenção do registro. Exames veterinários, atualização de vacinas e a implantação do microchip aumentam os gastos, que, segundo informações, podem variar entre R$ 300 e R$ 1.200, dependendo da localização e da clínica escolhida.
Principais despesas envolvidas
Entre os serviços que normalmente geram custos estão:
Consulta veterinária — avaliação clínica e verificação do estado sanitário do animal;
Vacinas e exames — incluindo a antirrábica e eventuais testes laboratoriais exigidos para viagem;
Microchip — identificação eletrônica exigida para o transporte internacional de animais.
Imagem: Divulgação
Quem precisa emitir o passaporte?
O passaporte é indicado para tutores que planejam levar cães para o exterior, especialmente para países que aceitam esse documento como controle sanitário. Para viagens dentro do Brasil, normalmente basta apresentar um atestado de saúde e a carteira de vacinação atualizada, reduzindo a necessidade de emissão do passaporte.
Onde solicitar e como é o processo
O pedido do passaporte deve ser feito em unidades do Ministério da Agricultura. É necessário agendar atendimento e apresentar a documentação do tutor e do animal, além de comprovantes veterinários atualizados. O procedimento é descrito como relativamente simples, mas requer atenção ao cumprimento de todos os requisitos — a ausência do microchip ou de vacinas em dia, por exemplo, pode atrasar a emissão.
O passaporte concentra informações sanitárias importantes em um único registro e pode agilizar procedimentos para quem viaja frequentemente ao exterior, mas sua necessidade depende do tipo de deslocamento planejado.
Com informações de Olhardigital

Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6