Benjamín Rollheiser, reforço considerado o mais caro da história do Santos, ainda não se firmou como titular e aparece atualmente como opção no banco do time comandado por Juan Pablo Vojvoda. Contratado em 2025 junto ao Benfica por 11 milhões de euros, o meia argentino chegou ao clube com grandes expectativas, mas ainda não traduziu isso em atuação consistente dentro de campo.
Nos bastidores do clube há otimismo sobre sua evolução. Segundo o jornalista Lucas Musetti, uma fonte interna relatou que Rollheiser tem exibido rendimento muito acima da média nos treinos, chegando a ser comparado a um “Pelé no treino”. Apesar desse desempenho nas atividades, a transferência ainda não se refletiu em titularidade ou desempenho decisivo em jogos oficiais.
Questões táticas e de adaptação influenciam participação
O comando técnico do Santos desenha a equipe com Willian Arão como primeiro volante, e Gabriel Bontempo ou Gabriel Menino ocupando a função de segundo volante. No esquema de Vojvoda, Neymar atua como um camisa 10 clássico, o que reduz o espaço disponível para um jogador de criação central como Rollheiser. Nas pontas, o treinador prefere jogadores chamados de “pontas motorzinhos” — como Rony, Moisés e Barreal — com maior intensidade para pressão alta e recomposição defensiva.
Essa configuração tática tem diminuído as oportunidades para o argentino, que costuma atuar mais como um armador caindo pelo lado direito, posição já ocupada por Neymar no time. Além disso, a comissão técnica e a diretoria avaliam se a dificuldade em repetir nos jogos o nível visto nos treinos se deve a falta de confiança, tempo de adaptação ou características táticas.
Situação do clube e próximos passos
Durante a ausência de Neymar, Rollheiser teve chances, mas a avaliação foi de que não aproveitou plenamente essas oportunidades. A torcida permanece dividida: há quem defenda o jogador e quem perdeu a paciência diante da investida financeira feita pelo clube.
Imagem: Marcello Zambrana/AGIF
Eliminado do Paulistão, o Santos terá uma semana livre para trabalhar antes do próximo compromisso pelo Campeonato Brasileiro. A equipe só volta a campo no dia 10 de março, contra o Mirassol, em jogo válido pela quinta rodada. A decisão de Neymar em não atuar diante do Vasco da Gama ajudou a reduzir a crise interna temporariamente; o time de Vojvoda ocupa a 13ª colocação do Brasileirão, com quatro pontos em quatro partidas.
Com informações de Br.bolavip

Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6