Haiti atropela a Nova Zelândia por 4 a 0 e chega embalado para a Copa

Goleada em Fort Lauderdale reacende expectativas no grupo do Brasil

O Haiti não deu chances à Nova Zelândia e venceu por 4 a 0, em amistoso disputado no Chase Stadium, em Fort Lauderdale. Ruben Providence abriu o placar ainda no primeiro tempo; Lenny Joseph, Frantzdy Pierrot e Duke Lacroix ampliaram depois, construindo uma vitória tranquila e de forte impacto.

Domínio em campo e ritmo ofensivo

Os haitianos controlaram as ações desde o apito inicial. Pressão alta, transições rápidas e finalizações constantes — foram várias chances criadas e a defesa neozelandesa nunca encontrou resposta eficaz. O placar refletiu a superioridade tática e física do time caribenho.

Destaques e estrutura do elenco

Além dos autores dos gols, o time tem no atacante Wilson Isidor, do Sunderland, sua principal peça de peso internacional — ele se naturalizou recentemente e passa a ser referência ofensiva. O comando está a cargo do técnico francês Sébastien Migné, que moldou uma equipe compacta e agressiva durante a preparação.

O que isso muda no Grupo C

No sorteio da fase de grupos, o Haiti caiu com Brasil, Marrocos e Escócia. A estreia será contra a Escócia, em 13 de junho; o clássico com a Seleção Brasileira está marcado para 19 de junho, na Filadélfia. A goleada desta terça aumenta o nível de atenção sobre a equipe caribenha.

Agenda de amistosos antes do Mundial

Os haitianos ainda jogam antes da estreia: enfrentam o Peru nesta sexta-feira, nos Estados Unidos. A Nova Zelândia, por sua vez, terá pela frente a Inglaterra no sábado. Estes testes finais servem para ajustar formações e avaliações de última hora.

Imagem: Getty ImagesHaiti será adversário do Brasil na primeira fase do mundial

E a Seleção Brasileira?

Enquanto observa os rivais, o Brasil segue sua rotina de preparos e tem confronto de avaliação contra o Egito, neste sábado, em Cleveland. A rotina de amistosos vai definir o ritmo das seleções antes do pontapé inicial da Copa.

Fechamento

Uma vitória tão contundente, pouco antes do Mundial, transforma o Haiti de coadjuvante em notícia. Mais do que números no placar, a exibição reforça a narrativa: no Grupo C, ninguém pode ser subestimado.