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Lionel Scaloni volta a ter a tarefa de comandar a Argentina em uma final de Copa do Mundo: a seleção enfrenta a Espanha no domingo (19), na decisão do torneio de 2026, no MetLife Stadium, em East Rutherford, nos arredores de Nova York. A trajetória que o técnico construiu, partindo de seu período como interino até se firmar como líder do grupo, culmina nesta chance de escrever mais um capítulo vitorioso.
Desde que assumiu interinamente em setembro de 2018, após a eliminação para a França nas oitavas da Copa do Mundo na Rússia e a saída de Jorge Sampaoli, Scaloni superou dúvidas sobre sua experiência. Apontado inicialmente por Claudio Tapia, presidente da Associação do Futebol Argentino (AFA), como alternativa devido à recusa de treinadores mais conhecidos na Europa, ele vinha como um auxiliar próximo ao elenco e a Lionel Messi.
Construção de um projeto
Com passagens curtas como jogador da seleção — sete partidas e presença na Copa de 2006 —, Scaloni montou um trabalho apoiado por colaboradoras e colaboradores como Pablo Aimar, Walter Samuel e Roberto Ayala. A proposta do treinador privilegiou adaptar a equipe aos jogadores e resgatar consistência, em vez de impor um modelo rígido.
O conjunto argentino demonstrou essa identidade em partidas de alto risco durante a campanha até a final de 2026: vitória sobre o Egito por 3 a 2 nas oitavas, triunfos apertados contra Cabo Verde (3 a 2) na fase de 16-avos e contra a Suíça (3 a 1) nas quartas, e uma virada na semifinal diante da Inglaterra por 2 a 1. Esses resultados reforçam a imagem de um time que se mantém sereno e responde sob pressão.
Conquistas que marcaram o ciclo
O comando de Scaloni já rendeu títulos significativos: a Copa América de 2021, no Maracanã, com a vitória por 1 a 0 sobre o Brasil, que encerrou um jejum de 28 anos; a Finalíssima de junho de 2022, quando a Argentina bateu a Itália por 3 a 0 em Wembley; e a Copa do Mundo de 2022, no Catar, onde a equipe superou a derrota na estreia para a Arábia Saudita e venceu a França nos pênaltis por 4 a 2 após empate por 3 a 3 em 120 minutos. Em 2024, veio novo título continental, a Copa América, com triunfo por 1 a 0 sobre a Colômbia em Miami.
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Com o histórico de conquistas, Scaloni agora encara a possibilidade de igualar feito raro: conquistar duas Copas do Mundo consecutivas, marca até hoje registrada apenas por Vittorio Pozzo, técnico da Itália em 1934 e 1938.
Com informações de Gazetaesportiva

Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6