TRANSMISSÃO: Record | Space
A SpaceX definiu o preço de sua oferta pública inicial (IPO) em US$ 135 por ação nesta quinta-feira (11), resultando na captação recorde de US$ 75 bilhões. A operação envolveu a venda de 555,56 milhões de ações e avaliou a fabricante de foguetes, satélites e soluções em inteligência artificial vinculada a Elon Musk em US$ 1,77 trilhão.
Com a precificação concluída, as ações da companhia passam a ser negociadas na Nasdaq a partir de sexta-feira, 12 de junho. A expectativa é que, ao estrear na bolsa norte-americana, a SpaceX ocupe a sétima posição entre as empresas listadas nos Estados Unidos em termos de valor de mercado.
A oferta representa o maior IPO já realizado nos Estados Unidos em montante arrecadado. Apesar do elevado valor de mercado atribuído pela operação, a empresa registrou prejuízo no ano anterior e tem receitas consideravelmente menores do que outras gigantes de capitalização equivalente.
O IPO é resultado de um projeto que levou meses para ser concretizado e reforça a ambição de Elon Musk de expandir atividades além dos negócios que já geram receita atualmente, como os lançadores Falcon e a rede de internet via satélite Starlink. Entre as propostas apresentadas aos investidores estão mercados emergentes e possibilidades ainda não plenamente desenvolvidas, como centros de dados no espaço e iniciativas de colonização lunar e marciana.
A listagem na Nasdaq também terá impacto nos mercados brasileiros: na sexta-feira, a B3 passará a negociar o BDR (Brazilian Depositary Receipt) da SpaceX. Cada ação estrangeira corresponderá a 15 BDRs na B3, permitindo que investidores locais expõem parte de sua carteira à empresa sem a necessidade de abrir contas no exterior ou efetuar operações de câmbio.
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Segundo a revista Forbes, a fortuna pessoal de Elon Musk é estimada em US$ 790,7 bilhões, e a conclusão bem-sucedida do IPO aproxima o empresário da possibilidade de se tornar o primeiro trilionário da história moderna.
A estreia da SpaceX na bolsa dos EUA e a disponibilidade dos BDRs na B3 marcam a materialização do que a empresa apresenta como um projeto de longo alcance, abrindo novas frentes de captação e exposição no mercado financeiro global.
Com informações de Borainvestir.b3

Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6