Protesto reúne centenas em Milão antes da abertura dos Jogos
Em 6 de fevereiro, manifestantes se concentraram no centro de Milão para criticar a presença de agentes do ICE (Imigração e Alfândega dos EUA) durante a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026. O ato ocorre em um contexto de tensão sobre políticas de imigração e segurança internacional.
Motivação e slogans
Estudantes e ativistas ergueram faixas com frases como “ICE FORA” e “ICE deveria estar nas minhas bebidas, não na minha cidade”. O protesto também contou com apitos plásticos, símbolo de manifestações anti-ICE nos Estados Unidos.
Alguns participantes citaram casos de violência envolvendo agentes do ICE em Minnesota, pedindo o retorno do vice-presidente JD Vance e do secretário de Estado Marco Rubio aos EUA.
Repercussão e respostas oficiais
O governo italiano declarou que não há agentes do ICE patrulhando as ruas de Milão e que apenas oficiais da Investigação de Segurança Interna italiana acompanham missões diplomáticas dos EUA. O Comitê Olímpico dos Estados Unidos também afirmou que a equipe nacional não conta com apoio do ICE.
Veja mais detalhes na nossa cobertura completa: Protestos contra ICE ocorrem em Milão antes da abertura da Olimpíada.
Impacto na mobilidade urbana
Para reforçar a segurança, as autoridades bloquearam ruas no entorno do centro histórico e mantiveram escolas fechadas em áreas próximas ao local da cerimônia. As alterações provocaram desvios de tráfego e atrasos nos transportes públicos.
Imagem: REUTERS/Alkis Konstantinidis/Proibida reprodução
Os protestantes também criticaram os altos custos de hospedagem e a falta de espaços públicos acessíveis aos moradores.
Conexão com a cultura digital
O ato ganhou força nas redes sociais, com vídeos ao vivo no YouTube e relatos em tempo real no Instagram. Muitos compartilhamentos destacavam a necessidade de ampliar o debate sobre direitos humanos e controle de fronteiras.
A cobertura online permitiu que apoiadores de outros países acompanhassem os desdobramentos do protesto, reforçando a dimensão global do movimento.

Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6