O Banco Pine definiu o preço de sua oferta primária de ações preferenciais em R$ 11,25 por papel na terça-feira (04), segundo fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A operação levantou R$ 245,9 milhões.

O follow-on teve como coordenadores o Itaú BBA, o BTG Pactual, o Bradesco BBI, a XP e o Safra. O valor por ação representa um desconto de quase 9% em relação ao fechamento do papel no dia anterior, que foi de R$ 12,32.

Foi vendido todo o lote inicial de 21.860.095 ações preferenciais ofertadas. Do total colocado, o acionista controlador do banco adquiriu 24,70%. A oferta previa a possibilidade de aumento da quantidade inicialmente ofertada em até 45,45%.

O Pine informou, no documento encaminhado à CVM, que pretende empregar os recursos líquidos oriundos da operação para aprimorar sua estrutura financeira e de capital.

Com a conclusão da oferta, o capital social do banco será ajustado para R$ 1,269 bilhão. Esse montante ficará dividido em 129.784.217 ações ordinárias e 129.734.095 ações preferenciais.

A operação teve a coordenação das instituições financeiras mencionadas e seguiu os termos divulgados no fato relevante, que detalha preço, quantidade e intenção de uso dos recursos. A venda total do lote inicial e a participação do controlador estão registradas no documento submetido à CVM.

Imagem: Getty ImagesMoedas aparecem dentro de um cofrinho de madeira

O fechamento da oferta e a consequente alteração no capital social formalizam a entrada dos recursos no balanço do banco conforme previsto na comunicação oficial enviada à autarquia reguladora.

Não houve outras informações adicionais sobre destinação específica de parcelas dos recursos além do objetivo geral de otimizar a estrutura financeira e de capital.

Com informações de Forbes