Haagen‑Dazs perde terreno na China: General Mills vende cerca de 170 lojas para rede de chá em rápida expansão
Movimento confirma virada do mercado chinês: marcas locais ganham velocidade, preços e presença digital enquanto estrangeiras recuam
O balanço: por que as cadeias chinesas estão avançando tão rápido
Em poucos anos, marcas locais apoiadas por estruturas ágeis e marketing nas redes sociais conquistaram fatias importantes do mercado. Fragilidades das marcas estrangeiras se mostraram na velocidade de lançamento de produtos, na disputa por preço e na adaptação às preferências regionais. A Ningji Lemon Tea — fundada em 2020 por Amanda Wang — cresceu explosivamente, já soma mais de 3.000 lojas e ampliou operações para o Sudeste Asiático e Estados Unidos com a marca Bobobaba. O movimento com Haagen‑Dazs se soma a outras reestruturações recentes de grandes nomes internacionais na China e reforça uma tendência: o consumo local passou a ditar ritmo e formato do mercado de alimentos e bebidas.
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Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6