TRANSMISSÃO: Band | Max

Segundo relatos, a confirmação das demissões foi feita internamente pela CEO do Xbox, Asha Sharma, por meio de breves videochamadas com equipes de estúdios como Bethesda, ZeniMax e id Software. Em ao menos um dos casos, na id Software, onde 136 profissionais foram desligados, a reunião teria durado menos de um minuto, com microfones silenciados e sem espaço para perguntas.

Responsabilidade repassada aos sindicatos, dizem funcionários

Funcionários descrevem semanas de incerteza e especulação sobre o que ocorreria. Logo após o anúncio, o acesso a ferramentas internas, como Slack e e-mail corporativo, foi bloqueado em até 48 horas, deixando os demitidos sem canais oficiais para esclarecimentos. Em alguns casos, a chefia orientou os afetados a enviar perguntas para um endereço de e-mail interno que, no entanto, já havia sido revogado para esses mesmos funcionários.

Impacto operacional e críticas internas

Ex-funcionários da ZeniMax Online Studios, desenvolvedora de The Elder Scrolls Online, e da id Software qualificaram a condução das demissões como “insana” e disseram que a Microsoft não demonstrou preocupação com os profissionais afetados. Um representante da id Software afirmou que a empresa teria abandonado tanto sindicalizados quanto não sindicalizados.

Entre os funcionários que permaneceram, há apreensão quanto ao futuro: alguns citam a possibilidade de outros 1.600 cortes planejados e se questionam sobre a continuidade das demissões após junho de 2027.

Imagem: Divulgação

As alegações e preocupações relatadas por ex-colaboradores colocam em evidência os efeitos humanos e operacionais da reestruturação em curso na divisão de games da Microsoft.





Com informações de Tecmundo