Erva-fedorenta se espalha por áreas urbanas e desérticas, sufoca flora nativa e eleva riscos à saúde e a incêndios

Uma planta invasora conhecida popularmente como erva-fedorenta tem se estabelecido em quintais, calçadas e zonas desérticas do Arizona, competindo com espécies nativas, liberando milhares de sementes viáveis e representando riscos à saúde e à segurança local, informam autoridades ambientais.

O vegetal, descrito por moradores como com cheiro de terebintina, produz grande quantidade de sementes que podem permanecer viáveis no solo por até cinco anos. Especialistas alertam que a proliferação da espécie sufoca flores nativas e altera o equilíbrio da vegetação local.

Além do impacto ecológico, a planta oferece riscos diretos à população: quando seca, sua biomassa aumenta a probabilidade de incêndios; o contato com a planta pode causar irritações na pele; e a inalação de partículas está associada a problemas respiratórios. Por esses motivos, órgãos responsáveis recomendam cuidados ao manuseio.

As orientações às pessoas que encontrarem a erva-fedorenta incluem uso de luvas e roupas compridas ao coletar ou remover os exemplares, descarte seguro do material e comunicação imediata dos focos às autoridades ambientais competentes da região. Em várias localidades, as administrações locais têm pedido que a retirada seja realizada de forma protegida para reduzir riscos de contaminação e propagação das sementes.

Moradores relatam a presença da planta em quintais residenciais e junto a calçadas, além de áreas abertas típicas do bioma desértico. A combinação entre a capacidade de produzir milhares de sementes e a longa viabilidade no solo torna o controle mais difícil e exige ação coordenada entre população e órgãos ambientais.

Planta invasora com cheiro de terebintina avança em quintais do Arizona e preocupa autoridades

Imagem: Divulgação

Os pedidos oficiais de denúncia visam mapear pontos de ocorrência, orientar procedimentos seguros de remoção e planejar medidas de manejo para limitar a expansão da espécie e proteger os ecossistemas nativos e a segurança das comunidades.


O alerta das autoridades inclui repetir que qualquer intervenção deve priorizar proteção pessoal e descarte adequado para evitar novos focos e reduzir os riscos à saúde pública e ao ambiente.

Com informações de Clickpetroleoegas