Bombas lançadas em 1935 buscaram bloquear túneis de lava e proteger abastecimento de água
Em 1935, aeronaves do Exército dos Estados Unidos lançaram 40 bombas sobre o vulcão Mauna Loa numa operação supervisionada por George Patton. A ação teve como objetivo romper túneis de lava e desviar um fluxo que se dirigia à cidade de Hilo, além de proteger o abastecimento de água local.
Segundo relatos da época, a missão utilizou explosivos para tentar interromper os canais subterrâneos por onde a lava avançava. Algumas das bombas atingiram os túneis de lava, e o fluxo cessou seis dias após os ataques aéreos. A operação é frequentemente citada como o primeiro bombardeio aéreo direcionado a lava ativa.
O episódio é lembrado tanto pela intervenção militar quanto pelo caráter pioneiro da tentativa de usar armamento aéreo para influenciar o comportamento de um fenômeno vulcânico em erupção. A participação direta de George Patton na supervisão da operação figura como um dos aspectos mais notórios do caso.
Relatos históricos destacam que a preocupação principal era preservar infraestruturas essenciais, em especial o abastecimento de água, diante do avanço do ramo de lava em direção a áreas habitadas. A iniciativa de 1935 passou, desde então, a integrar estudos e narrativas sobre a interação entre ações humanas e erupções vulcânicas.
Imagem: USGS/Kenichi Maehara
A documentação sobre o episódio registra as datas, o número de bombas lançadas e o intervalo de seis dias até o fim do fluxo, mantendo esses dados como referências centrais para o entendimento do evento.
Com informações de Clickpetroleoegas

Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6