O catálogo DR2 foi montado a partir das três primeiras varreduras completas do céu realizadas pelo observatório, que totalizaram 556 dias de observações. A quantidade e a homogeneidade dos registros tornam possível estudar fenômenos extremos e investigar o crescimento de buracos negros, a evolução das galáxias e a distribuição das maiores estruturas cósmicas.
Classificação e números do catálogo
Esses aglomerados servem como indicadores da distribuição das maiores estruturas do cosmos e podem auxiliar estudos sobre a influência da matéria escura e da energia escura na evolução do universo.
Identificação por múltiplos comprimentos de onda
Na fração do catálogo em que essas correspondências já foram feitas, cerca de 88% dos objetos estão relacionados a galáxias distantes que hospedam buracos negros supermassivos em processo de alimentação.
A observação em raios X é fundamental para revelar regiões que não se destacam na luz visível: perto de um buraco negro a matéria pode aquecer a milhões de graus; estrelas de nêutrons, restos de supernovas e o gás extremamente quente dos aglomerados também são emissores detectáveis nessa faixa.
Imagem: Divulgação
Embora o eROSITA tenha encerrado suas observações científicas no início de 2022, os dados já coletados continuam possibilitando novas liberações públicas. A próxima versão do catálogo, DR3, está prevista para 2028.
Com informações de Olhardigital

Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6