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A Accor informou, em coletiva realizada nesta quinta-feira (26), que o Sofitel Ipanema, fechado há quase sete anos, será reaberto no fim de 2026 como parte de uma estratégia de maior foco no segmento de luxo.
Segundo Thomas Dubaere, CEO da Accor, a empresa está adotando uma postura proativa nos investimentos por observar crescimento na demanda por hotéis de alto padrão. “Estamos sendo proativos nesse tipo de investimento, buscando mais mercados, porque estamos vendo a demanda por esse segmento [luxo] crescer”, afirmou Dubaere durante o evento.
O projeto de redesign do hotel é da arquiteta Patricia Anastassiadis, responsável também pelo Fairmont Hotel em Copacabana, que integra a mesma rede. A Accor informou que o empreendimento terá, entre seus atrativos, um restaurante comandado por um chef com estrela Michelin e uma piscina ampliada com borda infinita, oferecendo visão de 360 graus da praia de Ipanema, da Lagoa Rodrigo de Freitas, do Morro Dois Irmãos e do Cristo Redentor.
Abel Castro, Diretor de Desenvolvimento (CDO) da Accor, ressaltou a importância do Rio de Janeiro para a companhia, citando a característica valorizada do mercado local — áreas com mar de um lado e montanha do outro — e destacou que a empresa já opera 33 hotéis na cidade. “O Rio é absolutamente estratégico para a Accor porque está em um tipo de região onde o real estate mais valoriza”, disse Castro.
Expansão de marcas e pipeline
Além da reabertura do Sofitel Ipanema, a Accor mantém outros lançamentos de luxo em seu pipeline, incluindo a primeira unidade Faena no Brasil, prevista para 2029 na Avenida Eusébio Matoso, em São Paulo. O projeto contempla, além do hotel, residências e experiências culturais no formato “branded residence”, com a incorporadora Even responsável pelo empreendimento.
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Diego Suarez, CFO da Accor Américas, afirmou que o Brasil vive um momento de forte atração turística. Ele lembrou que a média histórica de turistas estrangeiros era de 3 milhões; em 2024 foram 6 milhões e, em 2025, quase 9 milhões, segundo dados citados pelo executivo. Esse crescimento, segundo Suarez, cria oportunidade para a indústria hoteleira aproveitar o aumento do interesse pelo país.
No segmento PM&E, que abrange hotéis de alto, médio e econômico padrão, a Accor abriu 23 unidades nas Américas em 2025, das quais 10 foram no Brasil. As outras 13 inaugurações ficaram distribuídas entre Argentina, Estados Unidos, Porto Rico e México. Suarez também comentou que a mobilidade na América Latina representa um desafio, já que deslocamentos frequentemente demandam voos entre regiões, mas avaliou que o potencial do mercado é grande.
A Accor não divulgou valores do investimento na reforma do Sofitel Ipanema durante a coletiva.
Com informações de Infomoney

Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6