A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) concedeu autorização para que duas companhias estrangeiras prestem serviços regulares de transporte aéreo internacional com origem e destino no Brasil. As empresas habilitadas são a espanhola Wamos Air e a nigeriana Air Peace, que passam a integrar o rol de operadores aptos a oferecer voos internacionais envolvendo o país.
O aval da Anac permite que as companhias atuem em rotas comerciais internacionais, sujeito ao cumprimento das exigências previstas pela regulamentação brasileira e pelos acordos bilaterais de aviação aplicáveis. Entre os requisitos a serem observados estão certificações operacionais, planejamento das rotas e observância das normas internacionais que regem o transporte aéreo.
Segundo a própria agência, a medida está alinhada à política de expansão da conectividade aérea internacional. O objetivo declarado é aumentar a oferta de voos, ampliar a concorrência entre as empresas e proporcionar mais opções tanto para passageiros quanto para o transporte de cargas.
A entrada das duas transportadoras promete reforçar os links do Brasil com mercados considerados estratégicos. A Wamos Air tem atuação consolidada na Europa, enquanto a Air Peace é apontada como uma das maiores companhias aéreas da Nigéria e da região da África Ocidental. A expectativa é que as autorizações facilitem novas conexões entre o território brasileiro e esses mercados.
É importante ressaltar que a autorização regulatória não equivale ao início imediato das operações. Antes de iniciar voos, Wamos Air e Air Peace terão de cumprir todas as etapas operacionais exigidas pela Anac, o que inclui obtenção de certificações, planejamento detalhado das operações e atendimento às normas internacionais aplicáveis.
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Ao ampliar o número de operadores internacionais autorizados a chegar ao Brasil, a Anac busca também contribuir para o aumento da competitividade do setor, favorecer o fluxo de passageiros e cargas e fortalecer a posição do país na malha aérea global.
A vigência das autorizações e os prazos para atendimento às condições operacionais dependerão do cumprimento das exigências pela Anac e dos acordos entre o Brasil e os países de origem das companhias.
Com informações de Portalin

Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6