Quem: O grupo pop Backstreet Boys.

O quê: A banda acionou a via do registro de marca sonora, movimento que visa proteger a identidade vocal contra reproduções geradas por inteligência artificial.

Como: Os integrantes recorreram ao pedido de proteção da sonoridade de suas vozes, buscando um instrumento legal que limite o uso não autorizado de suas características vocais em tecnologias capazes de clonar vozes.

Por que: A iniciativa ocorre em resposta ao avanço de ferramentas de IA que criam deepfakes de áudio, capazes de imitar vozes de artistas sem autorização. O registro de marca sonora é adotado como medida preventiva por quem busca restringir a circulação e o uso de réplicas vocais artificiais.

Contexto: Os Backstreet Boys seguem a mesma linha adotada por outros nomes do mercado musical, como Taylor Swift e Lionel Richie, que também recorreram a registros ou procedimentos semelhantes com o objetivo de proteger suas vozes diante da crescente oferta de tecnologias de clonagem vocal.

A ação do grupo integra um movimento mais amplo entre músicos e representantes do setor fonográfico que procuram novas ferramentas jurídicas para controlar a reprodução e a exploração de timbres e interpretações gerados por sistemas de inteligência artificial. Sem recorrer a detalhes processuais específicos, a estratégia escolhida pelos Backstreet Boys representa uma tentativa de criar barreiras legais ao uso indevido de suas vozes em deepfakes.

Backstreet Boys recorrem ao registro de marca sonora para tentar impedir clones de voz por IA

Imagem: Divulgação

Não há, na notícia original, informações adicionais sobre prazos, instâncias administrativas ou judiciais envolvidos no pedido de registro, nem sobre a extensão do alcance territorial da proteção pretendida pelo grupo. O foco reportado é a adoção do registro de marca sonora como alternativa para enfrentar as possibilidades de clonagem vocal oferecidas por tecnologias de IA.

O caso dos Backstreet Boys é apresentado como mais um exemplo de artistas que buscam recursos legais para lidar com os desafios impostos pela inteligência artificial na música, acompanhando iniciativas já divulgadas por Swift e Richie.

Com informações de Mundodamusicamm