Britney Spears teve seu patrimônio recalculado após a venda de parte de seu catálogo musical à editora Primary Wave por um valor estimado em US$ 200 milhões (aproximadamente R$ 1,04 bilhão). A transação foi concluída no fim de 2025 e tornou-se pública em fevereiro de 2026.
Segundo levantamento da Forbes, a artista teria ficado com cerca de US$ 170 milhões (R$ 887,4 milhões) dessa operação. Contudo, o montante líquido incorporado ao seu patrimônio foi reduzido após o pagamento de comissões ao empresário, honorários advocatícios e outros encargos relacionados ao negócio.
Em 2021, a mesma publicação havia estimado o patrimônio de Britney em US$ 60 milhões (R$ 313,2 milhões). Com a atualização posterior à venda do catálogo e levando em conta rendimentos acumulados na carreira, a projeção mais recente aponta que a cantora passe a deter aproximadamente US$ 150 milhões (R$ 783 milhões).
A negociação com a Primary Wave abrange os direitos sobre uma parcela significativa do repertório de Spears, incluindo canções de grande sucesso que continuam gerando receita por meio de streaming, execuções em rádio e usos comerciais, conforme apurado por fontes próximas à transação.
O acordo segue uma tendência no mercado fonográfico em que artistas veteranos convertem catálogos em ativos financeiros, antecipando receitas futuras em troca de um pagamento à vista substancial. Especialistas do setor observam que, apesar do aumento patrimonial, Britney ainda fica atrás de outras cantoras pop em termos de riqueza acumulada: nomes como Katy Perry e Lady Gaga aparecem com fortunas estimadas dezenas de milhões acima da de Spears, enquanto Beyoncé, Taylor Swift e Rihanna possuem patrimônios significativamente superiores, incluindo casos de bilionárias.
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Analistas financeiros apontam que a venda do catálogo converteu um ativo intangível em liquidez imediata, elevando o valor de mercado pessoal de Britney e oferecendo maior estabilidade financeira após anos marcados por disputas judiciais e períodos de menor atividade artística.
A transação com a Primary Wave e a revisão do patrimônio de Britney Spears refletem, portanto, tanto a monetização de direitos autorais quanto as consequências financeiras dos custos envolvidos na operação.
Com informações de Portalin

Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6