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Bruno Guimarães voltou a exercer papel decisivo na Seleção Brasileira ao dar o passe que deixou Gabriel Martinelli na frente do gol e garantiu a classificação do Brasil às oitavas de final da Copa do Mundo. A assistência, saída do pé esquerdo do meio-campista, evitou a prorrogação no jogo vencido por 2 a 1 contra o Japão, em Houston, na última segunda-feira.
Com essa ação, Bruno chegou a quatro assistências em quatro partidas no torneio, ficando atrás apenas do francês Michael Olise no número de passes para gol. Mais do que criar jogadas, o volante tem se destacado como o motor e o metrônomo da equipe comandada por Carlo Ancelotti, integrando ofensiva e defesa e mantendo o equilíbrio quando a partida exige controle emocional.
Após o duelo em Houston, Ancelotti enalteceu a atuação do jogador: “Bruno é um jogador muito importante, muito contínuo no jogo, sempre tem muito boa participação defensiva e ofensivamente. Deu uma assistência fantástica, estou muito feliz porque Bruno tem um coração muito grande.”
Líder do vestiário
Aos 28 anos e capitão do Newcastle, Bruno tem sido presença constante desde a chegada de Ancelotti ao comando técnico: foi titular em 14 dos 16 jogos que o italiano dirigiu a Seleção, ficando de fora apenas em duas partidas por lesão. No total, vestiu a camisa do Brasil em 47 oportunidades desde a estreia com Tite, no fim de 2020.
Depois de passagem de destaque no Lyon, a experiência no futebol inglês ampliou suas funções na seleção, onde soma dois gols e seis assistências sob o comando de Ancelotti. O volante também passou a integrar o núcleo de líderes do elenco, ao lado de nomes como Alisson, Marquinhos e Danilo, contraste com sua participação na Copa do Mundo de 2022, quando atuou apenas como reserva em duas partidas.
Imagem: Foto por PAUL ELLIS / AFP
Com Neymar apenas tendo voltado ao time no fim da primeira fase — e sem atuar contra o Japão — a responsabilidade criativa e a capacidade de quebra de linhas de Bruno se tornaram ainda mais relevantes para o esquema da equipe. A influência dele será novamente testada na próxima partida, contra a Noruega de Erling Haaland, marcada para domingo (5), em East Rutherford, Nova Jersey.
Ancelotti terá de ajustar o meio-campo em função da lesão de Lucas Paquetá, mas já demonstrou confiança em manter Bruno em função central. Após a vitória sobre o Japão, o próprio volante reconheceu a pressão de vestir a camisa brasileira: “A gente sabe que a pressão de vestir essa camisa é fora do normal, não se compara com qualquer clube no mundo. Se alguém duvidava antes do jogo de hoje, não duvida mais”, declarou à CazéTV.
Com informações de Gazetaesportiva

Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6