Diablo IV: Lord of Hatred — o que mudar no jogo e por que você deve prestar atenção
Expansão, novidades gratuitas e as builds que já dominam a 13ª temporada
(Transmissão: Max) Se você pensou que Diablo IV já tinha definido seu rumo, Lord of Hatred chega para mexer em quase tudo. Não é só mais um capítulo: é uma virada que reordena itens, adiciona classes e lança uma região inteira para explorar — e pode mudar a forma como você monta personagens por muito tempo.
O cerne da expansão
Lord of Hatred retoma o conflito com Mephisto e leva a narrativa até as Ilhas Skovos, um cenário novo que mistura cenários costeiros e rituais ancestrais das amazonas. Neyrelle, com sua ligação perigosa ao ódio primordial, volta a ter papel central em uma trama que busca encerrar esse arco sombrio.
Além da história, a expansão traz duas classes novas jogáveis e mecânicas que aumentam a profundidade do buildcraft — sem perder o tom clássico que atraiu os fãs desde os primeiros jogos.
Mudanças que todo mundo recebe
Nem tudo é pago: a Blizzard liberou uma atualização ampla para todos os jogadores junto ao lançamento. A transformação mais perceptível está nos itens únicos, agora com afixos variáveis que permitem combinações mais diversas. Resultado: menos dependência de “drop perfeito” e mais liberdade para criar montagens originais.
Outra alteração de impacto é o sistema de tempero de itens, que possibilita ajustar afixos manualmente para reparar aquela peça desejada que vinha sem os atributos certos. Isso reduz frustrações e aumenta a viabilidade de itens raros.
O Cubo Horádrico retorna como ferramenta de manipulação de equipamentos, com novas receitas que permitem combinações, melhorias e experimentos que antes seriam impraticáveis. Em suma: toda a base do jogo recebeu melhorias pensadas para evitar estagnação no meta.
O que só quem comprar Lord of Hatred tem
A expansão reserva conteúdo exclusivo: duas classes inéditas na experiência base — o Paladino, que volta como um guerreiro sagrado versátil, e o Bruxo, que traz invocações e perversões demoniacas ao campo de batalha. Cada uma chega com arquétipos que ampliam opções táticas e estéticas.
O Paladino pode se especializar em papel tanque, suporte ou DPS sacro, variando entre Inquisidor, Zelote e Judicante. Já o Bruxo foca em manipulação sombria: há opções para esquadrões de invocação e para transformar o próprio corpo em arma, criando builds com identidade própria.
Outra adição importante é o sistema de Talismãs: itens únicos podem ser convertidos em talismãs, liberando slots de equipamento e criando novas combinações de poder. A região de Skovos traz inimigos, rituais e segredos que justificam a exploração para quem busca mais conteúdo endgame.
Builds em voga na temporada 13
Com o redesenho de itens e as novidades universais, algumas builds despontaram nesta temporada. Bárbaro e Mago são destaques de desempenho, seguidos por opções sólidas como Renegado, Bruxo e Druida. Necromante e o novo Paladino também têm espaço, dependendo do estilo preferido.
Imagem: Divulgação
Bárbaro: duas rotas que se destacam
O Bárbaro segue como sinônimo de poder bruto. Duas abordagens brilham: o Redemoinho, focado em limpeza em área e sustentação, e a variante voltada para minions, que transforma os companheiros de batalha em foco de dano e distração.
Na prática, o Redemoinho usa uma combinação de gritos, habilidades ancestrais e resistência para dominar encontros contínuos. Já a versão de Minions prioriza invocações e buffs que mantêm o personagem seguro enquanto seus servos fazem o estrago.
Mago: controle, explosão e alta versatilidade
O Mago permanece flexível e letal. A Bola de Eletricidade ressurgiu como uma opção arrasadora, com potencial de alto dano em curtos intervalos. Nevasca e Setas Carregadas seguem como alternativas viáveis para quem prefere controle ou dano sustentado.
Cada variação do Mago explora combinações de habilidades defensivas (como armaduras e escudos), mobilidade e projéteis de alto impacto, apoiadas por peças-chave que potencializam picos de dano ou eficiência em áreas.
O que muda na prática para seu personagem
Se você joga desde o lançamento ou pensa em voltar agora: prepare-se para reavaliar equipamentos e montar builds com mais liberdade. O tempero de itens e a reforma dos únicos incentivam experimentos; o Cubo Horádrico e os Talismãs adicionam caminhos alternativos para chegar ao mesmo objetivo — seja dano máximo, sobrevivência ou utilidade em grupo.
Explorar Skovos e testar as novas classes também valerá a pena para quem gosta de conteúdos narrativos e de desafios endgame, já que a expansão traz encontros e itens que dialogam diretamente com as novas mecânicas.
Fechamento
Lord of Hatred não é apenas mais uma expansão: é uma revisão de sistema que muda como você pensa sobre equipamentos, builds e prioridades dentro de Diablo IV. Se a sua estante de jogos inclui Diablo IV, esta atualização é um ponto de virada que merece ser conferido — seja para experimentar o Bruxo, rever seu Bárbaro ou simplesmente redescobrir o jogo com novas ferramentas.
Vai entrar nas Ilhas Skovos na estreia ou prefere esperar para avaliar como a temporada se estabiliza? Conta para a gente.

Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6