Curitiba ocupa a primeira posição entre as capitais brasileiras em qualidade de vida em 2026, segundo o Índice de Progresso Social (IPS) Brasil, divulgado em 20 de maio de 2026. O levantamento avaliou todos os 5.570 municípios do país por meio de indicadores relacionados à segurança, saúde, educação, moradia, inclusão social e acesso a oportunidades.
Logo atrás de Curitiba aparecem Brasília, São Paulo, Campo Grande e Belo Horizonte entre as capitais melhor colocadas. Em contrapartida, Porto Velho figura entre as capitais com desempenho mais fraco, junto com Macapá, Maceió e Salvador.
Desempenho por estados e regiões
Na classificação por unidades federativas, o Distrito Federal liderou o IPS Brasil 2026, seguido pelos estados de São Paulo e Santa Catarina. Os piores resultados estaduais foram registrados no Acre, Maranhão e Pará.
O relatório também distingue líderes regionais: o Distrito Federal no Centro-Oeste, São Paulo no Sudeste e Santa Catarina no Sul. No Nordeste, a Paraíba ficou em primeiro entre os estados da região, enquanto Tocantins foi o mais bem colocado no Norte.
Municípios: interior paulista em destaque; Amazônia concentra os piores resultados
O ranking municipal evidencia uma concentração de municípios do interior paulista entre as melhores colocações. Das 20 cidades com melhor pontuação no IPS Brasil 2026, predominam municípios de São Paulo, com presença de cidades do Paraná, Minas Gerais, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Gavião Peixoto (SP) liderou o ranking nacional pelo terceiro ano consecutivo, com nota 73,10. Em seguida aparecem Jundiaí (SP), Osvaldo Cruz (SP), Pompeia (SP) e Curitiba (PR).
Na outra extremidade, os piores desempenhos municipais concentram-se principalmente na Amazônia Legal. Uiramutã (RR) teve a menor pontuação do país, seguida por Jacareacanga (PA), Alto Alegre (RR) e Portel (PA).
Imagem: Divulgação
Principais pontos apontados pelo IPS
O Brasil alcançou 63,40 pontos no IPS 2026, mas o índice ressalta desigualdades sociais e ambientais entre regiões. A dimensão de necessidades humanas básicas registrou os melhores resultados, enquanto as maiores fragilidades estão no eixo de oportunidades, principalmente em direitos individuais, inclusão social e acesso ao ensino superior.
O relatório também sinaliza desafios ambientais na Amazônia Legal, com desmatamento acumulado e emissões de gases de efeito estufa ainda preocupantes. No Sul e Sudeste, indicadores de saúde e bem‑estar destacam questões como obesidade, suicídio e doenças crônicas.
Atualizado anualmente com dados públicos, o IPS Brasil reúne 57 indicadores para medir aspectos da qualidade de vida, como segurança, moradia, saúde, educação, saneamento, inclusão social e acesso a oportunidades, permitindo comparações entre municípios e estados além de parâmetros econômicos tradicionais.
Com informações de Infomoney

Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6