O Olhar Digital News desta quarta-feira, 14 de janeiro de 2026, traz as principais novidades sobre inteligência artificial, avanços em fusão nuclear, indicadores climáticos, infraestrutura de mobilidade aérea e descobertas em Marte. Confira os destaques a seguir.

Por que IAs simpáticas são menos eficazes?

Pesquisadores e desenvolvedores de sistemas de inteligência artificial debatem se uma linguagem mais “amigável” beneficia a adoção de IAs. Estudos recentes indicam que a simpatia no discurso automatizado pode reduzir a percepção de autoridade e confiabilidade, prejudicando o impacto das recomendações e comandos gerados pelas máquinas. A questão central é equilibrar a proximidade ao tom humano sem comprometer a eficácia das respostas.

‘Sol artificial’ chinês avança na fusão nuclear

O reator experimental EAST, apelidado de “sol artificial”, superou o Limite de Greenwald ao atingir uma densidade de plasma inédita. Esse feito representa a superação de uma barreira física tradicional em tokamaks, reatores que simulam as condições do Sol para gerar energia limpa. A operação em novo regime aumenta as expectativas de viabilização da fusão nuclear como alternativa sustentável ao longo prazo.

2025 foi o terceiro ano mais quente já registrado

Dados do Serviço de Mudanças Climáticas Copernicus, da União Europeia, apontam que 2025 entrou para o top três dos anos mais quentes da era moderna. A média global de temperatura ultrapassou 1,5°C acima dos níveis pré-industriais pela primeira vez. Especialistas reforçam a urgência na adoção de medidas de mitigação para conter o aquecimento contínuo do planeta.

SP e RJ terão os primeiros aeroportos para carros voadores

Duas empresas do setor aéreo no Brasil firmaram um acordo para construir os primeiros aeroportos destinados a eVTOLs (aeronaves elétricas de decolagem e pouso vertical) em São Paulo e no Rio de Janeiro. Conhecidos popularmente como “carros voadores”, esses veículos prometem reduzir o tempo de deslocamento urbano e integrar novas rotas de transporte aéreo.

Imagem: Divulgação

Marte já teve um vasto oceano, diz pesquisa

Um estudo geológico focado no sistema de cânions Valles Marineris trouxe evidências sólidas de que Marte abrigou um oceano extenso no hemisfério norte há cerca de 3 bilhões de anos. A análise indica que, além de lagos isolados, existia um mar que se estendia por planícies, alterando significativamente a visão do passado aquático do Planeta Vermelho.

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Com informações de Olhardigital