Nesta quinta-feira, 11 de junho, as seleções de 48 países iniciam os jogos pela Copa do Mundo. Paralelamente ao torneio, investidores podem conhecer opções de exposição aos mercados de diversos países por meio de ETFs e BDRs listados na B3, a bolsa brasileira. Um levantamento da B3 aponta que esses instrumentos dão acesso a economias de 22 das nações participantes do evento.
Os ETFs (Exchange Traded Funds) são fundos de índice negociados em bolsa que replicam a performance de índices acionários, setoriais ou regionais. Já os BDRs (Brazilian Depositary Receipts) são certificados negociados no Brasil que representam ativos emitidos no exterior, incluindo ações e cotas de ETFs. Esses produtos permitem acesso a mercados internacionais em reais, sem necessidade de abrir conta fora do país nem remeter recursos sujeitos ao IOF de envio ao exterior.
Entre os países-sede da Copa, Estados Unidos, Canadá e México oferecem opções específicas na B3. Para os EUA há ETFs vinculados ao S&P 500 — como IVVB11, SPXI11, SPXB11, SPYR11, BIVB39 e GPUS11 — além de BDRs de empresas como Apple (AAPL34), NVIDIA (NVDC34), Microsoft (MSFT34) e Amazon (AMZO34) e ETFs globais de renda fixa americana. O Canadá aparece com BEWC39 e BBCN39; o México com BEWW39, ambos ligados a índices MSCI.
Na América Latina, o mercado brasileiro é o maior em capitalização operado pela B3, com ampla oferta de renda fixa, ações, fundos imobiliários e ETFs. O Ibovespa é o principal índice nacional e tem oito ETFs que o replicam: BOVA11, BOVV11, BOVX11, BOVB11, BBOV11, BOVS11, IBOB11 e XBOV11. A Argentina conta com ARGT39 e ARGE11, que dão exposição a empresas argentinas listadas no exterior. A Colômbia pode ser acessada por COLO39 ou por ETFs latino-americanos, como BILF39, que acompanha o S&P Latin America 40.
Vários países europeus estão representados por ETFs globais atrelados a índices locais ou regionais: Alemanha (BEWG39), Espanha (BEWP39), França (BEWQ39), Países Baixos (BEWN39), Suécia (BEWD39), Suíça (BEWL39) e Turquia (TURK39). Há também produtos que cobrem uma cesta europeia ampla, entre eles BEUF39, BBER39, BEUR39, BIEU39, BIEV39 e EURP11, usados para acessar Reino Unido, Escócia, Bélgica e Noruega.
Em outras regiões, a África do Sul dispõe do BEZA39; a Arábia Saudita, do BKSA39; e, na Ásia e Oceania, Japão, Coreia do Sul e Austrália contam com BEWJ39, BEWY39 e BEWA39, respectivamente, todos vinculados a índices MSCI.
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Bianca Maria, gerente de Produtos da B3, afirma que a presença desses veículos na bolsa brasileira mostra como o mercado local permite acesso simples e regulado a economias internacionais em reais, por meio de BDRs, ETFs globais e ETFs locais com exposição externa. Ela ressalta que a escolha deve considerar perfil, objetivos, horizonte e tolerância ao risco do investidor.
Além das alternativas citadas, a B3 oferece ferramentas como o Comparador de ETFs do Bora Investir, gratuito e desenvolvido pela própria bolsa, que permite comparar taxas, patrimônio, rentabilidade e gráficos de múltiplos fundos listados na B3.
Com informações de Borainvestir.b3

Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6