Uma ex-frentista trocou o trabalho em posto de gasolina por um empreendimento de reciclagem que hoje emprega 12 pessoas e chega a faturar R$ 20 mil mensais. A iniciativa exemplifica como a profissionalização do setor de reciclagem, apoiada por organizações internacionais, tem transformado atividades antes de subsistência em negócios mais rentáveis e formalizados no Brasil.

O crescimento do negócio foi favorecido pelo apoio estratégico da Plastic Bank, empresa canadense que atua no combate à pobreza por meio de projetos de reciclagem. Com esse suporte, trabalhadores brasileiros têm acessado capacitação, infraestrutura e canais comerciais que possibilitam a profissionalização da coleta e do tratamento de materiais recicláveis.

O empreendimento da ex-frentista é um exemplo concreto dessa transformação. Com uma equipe de 12 colaboradores, a empresa localiza, separa e vende materiais recicláveis, obtendo um faturamento que pode chegar a R$ 20 mil por mês. A organização da operação e a conexão com mercados de reciclagem possibilitam maior previsibilidade financeira e melhores condições de trabalho para os empregados.

O apoio externo tem sido apontado como fator decisivo para escalar iniciativas semelhantes em outras regiões. A Plastic Bank, ao oferecer ferramentas de gestão, tecnologia para rastreamento de material e acessos a redes de comércio, permite que cooperativas e pequenos negócios do setor aumentem sua eficiência e formalizem empregos.

Imagem: Divulgação

Ao profissionalizar a cadeia de reciclagem, as iniciativas colaboram tanto para a inclusão econômica quanto para a mitigação de impactos ambientais decorrentes do descarte inadequado de resíduos. O caso da ex-frentista ilustra como a combinação de iniciativa local e suporte internacional pode gerar renda, consolidar empregos e ampliar práticas de economia circular no Brasil.

Com informações de Clickpetroleoegas