Negócio iniciado no portão cresce e dona planeja loja física

O comércio começou de forma simples, com vendas realizadas no portão de sua residência. Com o crescimento da demanda, Monaliza passou a usar também aplicativos de entrega e as redes sociais para ampliar o alcance dos produtos. Hoje, o faturamento chega a cerca de R$ 6 mil por mês, segundo informações sobre o negócio.

A mudança permitiu que ela substituísse a rotina de trabalho noturno por uma atividade própria voltada à produção de sorvetes. A iniciativa, que teve origem em um capital inicial modesto, resultou em uma operação doméstica que atende clientela local e pedidos por meio de plataformas digitais.

Além das vendas diretas no portão e por aplicativos, as publicações em redes sociais têm sido utilizadas como canal de divulgação e contato com clientes. O modelo de negócio caseiro ampliou as possibilidades de renda da família e hoje contempla a perspectiva de expansão.

Com o crescimento das vendas e o faturamento alcançado, Monaliza planeja dar o próximo passo e abrir uma loja física para o empreendimento. A intenção de profissionalizar o negócio reflete a viabilidade econômica que a produção de sorvetes artesanais alcançou nos últimos meses.

O caso ilustra a transição de uma ocupação formal e noturna para um empreendedorismo local, apoiado em baixo investimento inicial e em estratégias de venda presenciais e digitais. O crescimento registrado abre espaço para a formalização e ampliação do ponto de venda, conforme o plano da empreendedora.

Mãe de sete deixa emprego noturno em SP, investe R$ 86 em sorvetes artesanais e passa a faturar cerca de R$ 6 mil mensais

Imagem: Ap

O negócio, iniciado no portão da residência em Carapicuíba, alcançou receita média mensal de aproximadamente R$ 6 mil e agora mira a instalação de uma loja física para atender à demanda crescente.

Com informações de Clickpetroleoegas