No dia 6 de julho, a gerente de atendimento Gizele Araújo, de 40 anos, acordou com a mesma rotina de sempre: aula na academia, jornada de trabalho normal e um encontro religioso à noite. Ao retornar para casa, porém, ela passou a sentir o coração disparado e uma sensação de alerta.
Sem conseguir controlar o ritmo cardíaco, Gizele foi levada ao pronto-socorro, onde a equipe médica realizou a triagem e a encaminhou à Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para observação. Ainda abalada, ela se recordou da filha em viagem e do pai, que já havia sofrido episódio semelhante.
Na manhã seguinte, o cardiologista diagnosticou ataque supraventricular, conhecido popularmente como “ataque cardíaco”. O procedimento indicado foi a ablação cardíaca, uma intervenção invasiva realizada em centro cirúrgico.
“Entrei no centro cirúrgico, fechei os olhos e rezei, pois sabia que não veria minha filha antes do procedimento e temia que aquele fosse nosso último abraço”, relata Gizele. Foi nesse momento de apreensão que a gerente se apegou ao seguro de vida.
“Foi nesse momento que eu me apeguei ao seguro de vida para poder ter tranquilidade para ir ao centro cirúrgico, sabendo que a minha família estaria bem assistida.”
Para Gizele, ter um seguro de vida fez toda a diferença na decisão de se submeter à cirurgia. Ela ressalta que, ao escolher a cobertura, garantiu suporte financeiro à família em caso de imprevistos, o que trouxe segurança emocional para enfrentar o procedimento.
Detalhes da cobertura
Há mais de 20 anos no mercado segurador, Gizele migrou, meses antes do episódio, para um plano complementar que incluía a modalidade DIH (Diária por Internação Hospitalar). Esse tipo de cobertura paga um valor fixo ao segurado a cada dia de internação, independente dos custos médicos.
Imagem: Conteúdo MAG Seguros
A ablação cardíaca e o período de observação na UTI foram cobertos pela DIH, garantindo recursos para despesas diárias sem comprometer outras finanças da gerente e de sua família.
A filha de Gizele, Giovanna Brito, comenta que a mãe é também uma amiga e que, diante da possibilidade de uma fatalidade, sentiu-se aliviada por saber que as contas ficariam em dia. “Foi assustador pensar que eu teria que me virar sem ela”, afirma Giovanna.
Gizele recomenda que quem ainda não possui seguro de vida avalie a contratação do produto como forma de proteção e lembra o conselho do pai: “Você vive aquilo que escolhe.”
Ao final, a gerente afirma ter aprendido a valorizar cada dia e a importância de se proteger financeiramente para enfrentar situações de crise sem comprometer o futuro da família.
Com informações de Infomoney

Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6