O Google anunciou, na terça-feira (19 de maio de 2026), a nova versão do sistema operacional para relógios inteligentes, o Wear OS 7. A atualização aproxima a interface do visual do Android e traz mudanças voltadas tanto para desenvolvedores quanto para usuários finais.

Segundo a empresa, o Wear OS 7 tem foco em eficiência energética e usabilidade. O Google afirma que dispositivos que hoje rodam o Wear OS 6 devem apresentar ganho de autonomia de bateria de até 10% após a atualização.

Outra novidade é a integração com o Gemini Intelligence, o novo ecossistema de inteligência artificial apresentado pela companhia durante o evento The Android Show, realizado na semana anterior. A expectativa da empresa é de que os primeiros relógios com suporte ao novo sistema cheguem ao mercado ainda em 2026.

Novidades do Wear OS 7

Entre as funções anunciadas, o Google destaca uma série de recursos que ampliam as capacidades dos relógios e facilitam o trabalho dos desenvolvedores:

Imagem: Divulgação

  • Wear Widgets: novos widgets em tela cheia que trazem elementos mais completos, seguindo o padrão visto no Android;
  • Live Updates: ferramentas para acompanhar em tempo real a atividade de aplicativos, semelhante ao que já existe no Android;
  • Automação de tarefas: usuários poderão acionar e monitorar tarefas automatizadas em apps selecionados diretamente do relógio — o Google cita como exemplo pedidos em serviços como o DoorDash;
  • Apps de exercícios: a plataforma permitirá a captação de informações como batimentos cardíacos e controle de mídia com uma experiência considerada mais rica, e oferecerá APIs que facilitam a inclusão de funções adicionais pelos desenvolvedores;
  • Controle de mídia: o gerenciamento de reprodução será ampliado, possibilitando ao usuário escolher qual app controlar (por exemplo, Spotify ou YouTube Music) e selecionar o dispositivo de saída do áudio, como fones de ouvido, caixas de som e televisores.

O Wear OS 7 ainda está em desenvolvimento e tem previsão de lançamento para 2026, de acordo com o Google.





Com informações de Tecmundo