Pesquisa da Heineken mostra predominância do algoritmo e retorno ao interesse por shows e recomendações humanas

Heineken divulgou um levantamento que indica que o algoritmo se tornou a principal via de descoberta musical para 60,9% dos brasileiros. O dado colocado pela pesquisa destaca a centralidade das recomendações automatizadas no processo de encontro com novas músicas no país.

Segundo o levantamento, a influência do algoritmo na seleção de músicas é predominante entre os entrevistados, tornando-se a primeira fonte apontada por uma maioria expressiva. O resultado reforça a presença das ferramentas digitais no cotidiano de quem busca novidades musicais.

A pesquisa também aponta que, paralelamente a essa dominância algorítmica, há um movimento de valorização de formas mais tradicionais de contato com a música. Entre os pontos levantados pelo estudo, surge um renovado interesse por shows presenciais e pela obtenção de indicações de outras pessoas como complementos ao consumo musical mediado por algoritmos.

O levantamento, portanto, revela uma coexistência entre a descoberta orientada por sistemas automatizados e a procura por experiências ao vivo e por recomendações humanas. Essa dupla tendência aparece como aspecto relevante para produtores, artistas e espaços de entretenimento que acompanham mudanças nas formas de acesso ao conteúdo musical.

Os resultados divulgados pela Heineken mostram que, embora os mecanismos de recomendação digital liderem a descoberta de músicas, há espaço para o retorno às interações presenciais e à influência direta de amigos, familiares e conhecidos no que diz respeito às escolhas musicais.

Imagem: Divulgação

O levantamento não apenas quantifica a predominância do algoritmo, com os 60,9% relatados, mas também indica a persistência de fatores humanos e eventos ao vivo como elementos importantes na jornada de descoberta dos ouvintes brasileiros.

Com informações de Mundodamusicamm