Mercado reage ao conflito no Oriente Médio; petróleo dispara e Petrobras limita perdas
O Ibovespa encerrou em queda na sexta-feira (06), com investidores adotando postura mais conservadora em razão do conflito no Oriente Médio. Apesar da aversão ao risco no exterior, o desempenho da Petrobras ajudou a conter uma queda mais acentuada do principal índice da bolsa brasileira.
O índice referência do mercado acionário brasileiro recuou 0,61%, fechando em 179.364 pontos. No decorrer do pregão, a mínima registrada foi de 178.556,49 pontos e a máxima de 181.091,01 pontos. Antes dos ajustes finais, o volume financeiro do dia somava R$ 29,99 bilhões.
Na comparação semanal, o Ibovespa acumulou perda de 5,08%, o que representa a maior queda em uma semana desde junho de 2022.
O movimento global foi fortemente influenciado pela elevação dos preços do petróleo. Os contratos futuros do Brent fecharam a US$ 92,69 por barril, em alta de US$ 7,28, equivalente a 8,52%. O petróleo bruto West Texas Intermediate (WTI) avançou US$ 9,89, terminando a US$ 90,90 por barril, alta de 12,21%.
Dólar
O dólar à vista oscilou acima dos R$ 5,30 em pontos da manhã, mas reverteu e fechou em queda de 0,88%, cotado a R$ 5,2414 no encerramento. Ainda assim, no balanço da semana — marcada pela primeira semana de guerra no Oriente Médio — a moeda norte-americana valorizou-se 2,08% frente ao real.
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Pela manhã, a busca global por ativos de proteção levou investidores a vender ações e comprar dólares, pressionando moedas de maior risco, incluindo as de mercados emergentes. No Brasil, quando a cotação da moeda americana superou o patamar dos R$ 5,30, havia entrada de operações que consistiam em venda de dólares, o que ajudou a limitar novas altas.
O pregão de sexta-feira foi marcado pela forte alta internacional do petróleo e pela repercussão dos resultados e das perspectivas divulgadas pela Petrobras, fatores que influenciaram o comportamento dos investidores ao longo do dia.
Com informações de Forbes

Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6