O Ibovespa encerrou praticamente sem variação durante o pregão desta terça-feira (21), com os investidores monitorando os ataques no Oriente Médio. O principal índice da bolsa brasileira registrou queda de 0,03%, terminando o dia aos 173.325,65 pontos.
A aversão a risco entre agentes domésticos e internacionais foi influenciada pelo aumento das hostilidades entre líderes dos Estados Unidos e do Irã, o que mantém pressão de alta sobre o petróleo e impacta ativos mais arriscados no mercado global.
A temporada de resultados corporativos entrou no radar dos participantes: no Brasil, as divulgações começam na quarta-feira, enquanto em Nova York o foco está nas projeções de desempenho do setor de tecnologia.
Desempenho no pregão
Apesar do cenário internacional, as elevações das ações de Vale (VALE3), Petrobras (PETR4) e de grandes bancos impediram perdas maiores no índice. Entre os bancos, destacaram-se as altas de Banco do Brasil (BBAS3), que subiu 3,52%; Bradesco (BBDC4), com avanço de 0,76%; Itaú Unibanco (ITUB4), que ganhou 0,54%; e Santander (SANB11), que valorizou 0,74%.
Ao longo do dia, o Ibovespa oscilou entre máxima intradiária de 173.719,50 pontos e mínima de 172.218,88 pontos. O volume financeiro negociado na B3 chegou a R$ 18,2 bilhões.
Maiores altas e baixas
Maiores altas: MBRF3 (+4,06%) a R$ 15,11; USIM5 (+3,68%) a R$ 8,46; CMIN3 (+3,53%) a R$ 5,58; BBAS3 (+3,52%) a R$ 20,88; RECV3 (+1,77%) a R$ 10,34.
Maiores baixas: HYPE3 (-5,51%) a R$ 20,24; RDOR3 (-4,32%) a R$ 33,92; YDUQ3 (-4,16%) a R$ 7,83; BRKM5 (-3,87%) a R$ 5,71; AZZA3 (-3,80%) a R$ 17,48.
Imagem: Divulgação/B3
Dólar e bolsas externas
O avanço de commodities como minério de ferro e petróleo contribuiu para a valorização do real frente ao dólar. No fechamento, o dólar comercial recuou 0,32%, cotado a R$ 5,07.
Em Nova York, o otimismo com semicondutores sobressaiu à cautela geopolítica: o Dow Jones subiu 0,74%, a 52.224,08 pontos; o S&P 500 avançou 0,8%, a 7.509,21 pontos; e o Nasdaq teve ganho de 1,29%, a 25.837,21 pontos.
O mercado segue atento às próximas divulgações de balanços e aos desdobramentos no cenário internacional, que deverão orientar o comportamento dos ativos nos próximos pregões.
Com informações de Borainvestir.b3

Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6