A Iguatemi reportou crescimento nas principais métricas operacionais e financeiras no segundo trimestre de 2026, apresentando lucro líquido recorrente de R$ 133,8 milhões, aumento de 22,1% sobre o mesmo período do ano anterior, em base pro forma.
Na visão ajustada, que desconsidera efeitos extraordinários de compra e venda de participações em shoppings, a companhia registrou também Ebitda recorrente de R$ 290,5 milhões, avanço de 10,8% na comparação anual, e Funds From Operations (FFO) de R$ 170,9 milhões, alta de 21%.
A receita líquida recorrente ficou em R$ 396 milhões, crescimento de 11,6% frente ao segundo trimestre de 2025. A administradora explicou que a divulgação em base pro forma busca oferecer uma comparação mais fiel do desempenho operacional ao eliminar impactos pontuais de transações societárias, efeitos de contratos de derivativos de ações e a linearização das receitas de aluguel.
Quando considerados os números contábeis sem esses ajustes, o desempenho foi distinto: o lucro líquido caiu 35,8%, o Ebitda recuou 34,8%, o FFO diminuiu 28,9% e a receita líquida registrou queda de 2,7%, reflexo dos efeitos extraordinários registrados em diferentes períodos.
No âmbito operacional, os empreendimentos administrados pela Iguatemi movimentaram R$ 6,6 bilhões em vendas entre abril e junho, o que representa expansão de 4,6% na comparação anual. As vendas nas mesmas lojas (Same Store Sales – SSS) cresceram 1,7%, enquanto os aluguéis nas mesmas lojas (Same Store Rent – SSR) subiram 2,7%.
A companhia ressaltou influência do calendário esportivo no comportamento do consumidor durante o trimestre. Em dias de jogos da seleção brasileira na Copa do Mundo, as vendas corresponderam a 68,5% do volume apurado nos mesmos dias do ano anterior; nos demais dias do período, o varejo teve recuperação, alcançando 106,3% da base comparativa.
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Os indicadores comerciais permaneceram favoráveis: a taxa de ocupação dos shoppings atingiu 96,9%, aumento de 0,5 ponto percentual em relação ao 2º trimestre de 2025, e a inadimplência líquida dos lojistas ficou em 0,1%, retração de 0,2 ponto percentual, segundo a empresa.
Os resultados demonstram que a Iguatemi manteve expansão das vendas, alta ocupação e controle da inadimplência, sustentando a geração de caixa recorrente mesmo diante de fatores externos que afetaram o fluxo de consumidores nos centros comerciais.
Com informações de Portalin

Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6