O sociólogo José de Souza Martins afirmou que medicamentos ainda sem confirmação, citando a polilaminina como exemplo, implicam riscos.

Em coluna publicada no Valor, José de Souza Martins declarou que remédios cuja confirmação não foi estabelecida representam um risco para a população. O autor utilizou a polilaminina como exemplo de produto cuja situação, segundo ele, exige atenção quanto aos perigos associados ao seu uso.

A afirmação do colunista centra-se na ideia de que a ausência de confirmação — em termos de eficácia ou de aprovação formal — torna qualquer medicamento potencialmente perigoso. Martins destacou a necessidade de cautela diante de tratamentos que ainda não contam com confirmação suficiente, ressaltando que isso vale para casos como o da polilaminina.

O texto de Martins, publicado na coluna do jornal, traz à tona a preocupação com a difusão de medicamentos sem comprovação consolidada. Segundo o autor, a circulação de terapias não confirmadas pode expor pacientes a consequências indesejadas e aumentar a incerteza entre profissionais de saúde e usuários.

O posicionamento busca chamar atenção para a importância de critérios de confirmação antes da adoção ampla de produtos medicinalmente propostos. Na visão exposta na coluna, a falta de confirmação é um fator que, por si só, justifica precaução por parte de quem recomenda, prescreve ou consome tratamentos.

Imagem: Carvall

A publicação registra a opinião de José de Souza Martins sobre o tema, com a polilaminina utilizada como ilustração do tipo de medicamento a que ele se refere. O colunista afirma que a questão exige vigilância e cuidado, sem apontar iniciativas específicas ou medidas concretas no texto disponível na coluna.

A declaração de Martins integra o debate público sobre como lidar com medicamentos e terapias cuja confirmação ainda não ocorreu, ressaltando a dimensão do risco associada a essa condição.

Com informações de Valor.globo