O apresentador e ex-jogador Craque Neto voltou a questionar a comissão técnica da Seleção Brasileira comandada por Carlo Ancelotti, criticando a ausência de atacantes que atuam no Brasil nas convocações recentes. A cobrança ocorreu após o fim da Data FIFA e os amistosos disputados pela equipe, nos quais Igor Thiago marcou um dos gols na vitória contra a Croácia.
Neto defende atacantes do futebol brasileiro
Em seu programa, Neto afirmou não ter problema com o desempenho de Igor Thiago, mas indagou por que o atacante recebeu oportunidades no lugar de nomes como Kaio Jorge, Pedro e Yuri Alberto. Segundo o apresentador, os três têm feito bons números nas últimas temporadas pelo futebol brasileiro e, na avaliação dele, ao menos um deveria ter sido testado por Ancelotti.
“Nada contra o Igor Thiago que fez o gol, mas quantos gols o Pedro fez? Quantos gols o Kaio Jorge fez? Quantos gol o Yuri Alberto fez?”, questionou Neto durante o programa, ressaltando a discrepância entre as oportunidades dadas a jogadores do exterior e aos destaques nacionais.
Recordação e crítica às convocações repetidas
Para reforçar seu argumento, Neto lembrou sua própria frustração por ter sido preterido na convocação para a Copa do Mundo de 1990. O ex-jogador disse que, por isso, percebe padrões de repetição nas escolhas da seleção: “Por que são sempre esses caras? As pessoas não percebem isso. Eu percebo, sabe por quê? Porque eu não fui pra Copa de noventa”, afirmou, sugerindo que alguns atletas recebem oportunidades com frequência enquanto outros ficam de fora.
Comentários sobre Ibañez e Neymar
A crítica do apresentador também se estendeu a outros nomes após a vitória sobre a Croácia. Neto citou a convocação de Ibañez e a ausência de críticas ao desempenho de Neymar após o triunfo, observando que as avaliações variam conforme o momento: “O Ibañez é convocado e ninguém fala. Aí ganha o jogo… alguém fala do Neymar? Ninguém fala nada. Então, é tudo momento.”
Imagem: Reprodução/YouTube Rádio Bandeirantes
Ele completou comentando que, com o tempo, as seleções mudam: “Em 2034 vai todo mundo. Vai virar outra coisa”, concluiu Neto.
Com informações de Br.bolavip

Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6