Segunda Turma do STF mantém prisão de ex-presidente do BRB

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu, em sessão realizada em 24 de abril de 2026, manter a prisão do ex-presidente do BRB. A deliberação confirmou a continuidade da medida que mantém o ex-executivo detido, após análise do pedido levado ao colegiado.

Entre os ministros presentes à sessão estava o ministro Gilmar Mendes, do STF. A turma avaliou a matéria submetida e optou pela manutenção da situação prisional do ex-chefe do banco, mantendo o entendimento reafirmado na decisão proferida pelo colegiado.

O caso foi objeto de apreciação pela Segunda Turma na data indicada, quando os integrantes do órgão Superior ratificaram a manutenção da prisão do ex-presidente do BRB. A sessão tratou especificamente do pedido que visava reverter ou flexibilizar a medida restritiva, mas a Segunda Turma decidiu por não alterar a condição de detenção.

A decisão da turma, tomada no âmbito do Supremo Tribunal Federal, permanece em vigor enquanto não houver nova deliberação por instância competente. O andamento processual seguirá conforme os trâmites estabelecidos no âmbito judicial, observando-se as próximas fases previstas pela legislação e pelo próprio tribunal.

O episódio reafirma a atuação da Segunda Turma do STF em matérias penais que envolvem autoridades e ex-executivos, quando o colegiado analisa pleitos relativos a medidas cautelares e prisões. A manutenção da custódia do ex-presidente do BRB segue como determinação do tribunal após a votação ocorrida em 24 de abril de 2026.

Imagem: Silvia Zamboni/Valor

Não houve, até o encerramento desta matéria, anúncio público de modificação da decisão ou de medidas alternativas à prisão por parte da Corte.

Com informações de Valor.globo