Ibovespa recua com petróleo em disparada; dólar e juros registram alta em pregão nervoso
Tensão no Oriente Médio eleva o preço do petróleo acima de US$97 e complica a agenda de dados no Brasil e nos EUA
Os mercados acordaram em alta volatilidade. O petróleo saltou mais de 2,5%, rondando US$97 o barril, depois de um novo capítulo de ataques no Oriente Médio — movimento que apagou parte das últimas máximas das bolsas. Em São Paulo, o Ibovespa fechou em 175.744,37 pontos, com queda de 0,48%. Nos Estados Unidos, os índices futuros recuavam na esteira do avanço do óleo e da espera pelo relatório de gastos pessoais (PCE) de abril, indicador central para as expectativas de inflação do Fed. No calendário local, o IGP‑M mostrou aceleração em maio, enquanto índices de confiança do FGV trouxeram sinais mistos ao mercado.
Panorama do dia: números, impacto e o que fica no radar
O rali do petróleo pressionou ações sensíveis à energia e puxou para baixo índices europeus e futuros americanos. A curva de juros no Brasil avançou, refletindo premissas de maior risco e inflação, e o dólar encerrou a sessão passada em torno de R$5,06. Entre indicadores, o IGP‑M subiu 0,84% em maio; o Índice de Confiança de Serviços voltou a subir, enquanto a confiança do comércio recuou. No exterior, o PCE e dados de emprego seguem como gatilhos potenciais para movimentos mais amplos. A cobertura continua ao longo do dia, com atualizações sobre pregão, câmbio e taxas assim que a sessão se desenrolar.
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Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6