No domingo, 8 de fevereiro de 2026, o Levi’s Stadium, em Santa Clara (Califórnia), foi palco do Super Bowl LX, que colocou frente a frente o Seattle Seahawks e o New England Patriots. Ao final da partida, os Seahawks venceram por 29 a 13 e levantaram o troféu Vince Lombardi.
Bad Bunny comandou o show do intervalo para a Apple Music, apresentando uma performance cinematográfica que contou com participações-surpresa de Lady Gaga, Ricky Martin e outras personalidades do entretenimento.
Além do futebol e da música, os comerciais se tornaram parte essencial da narrativa do Super Bowl. Cada espaço de 30 segundos no intervalo foi cotado em valores que variaram entre US$ 8 milhões e US$ 10 milhões, levando as marcas a investirem em celebridades, trilhas conhecidas e roteiros cômicos para atrair a atenção de dezenas de milhões de espectadores.
Em um evento com audiência estimada em milhões de telespectadores, o desafio das agências publicitárias é gerar aquele momento viral que reverbere nas redes sociais e se incorpore ao vocabulário pop. Além do retorno imediato, um anúncio bem-sucedido pode manter a marca em evidência muito além do domingo do jogo.
Nesta edição, foram vistas figuras de destaque do cenário musical, como Post Malone e Jon Bon Jovi, e até mesmo um Tyrannosaurus rex em propagandas que promoveram produtos que vão de cerveja a planos de seguro e serviços de Wi-Fi.
Imagem: Divulgação
Com base nos critérios de criatividade, repercussão e capacidade de criar um impacto duradouro, a Billboard elaborou um ranking com os dez melhores comerciais exibidos durante o Super Bowl 2026.
A seleção completa dos anúncios mais memoráveis do jogo pode ser conferida na lista publicada pela Billboard.
Com informações de Billboard

Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6