A SpaceX avançou na preparação de sua oferta pública inicial (IPO) ao formar um consórcio com pelo menos 21 bancos de investimento para coordenar a operação, segundo informações sobre o chamado “Projeto Apex”. A empresa de Elon Musk planeja realizar a abertura de capital em 2026, com avaliação estimada em cerca de US$ 1,75 trilhão.
O tamanho da avaliação colocaria a SpaceX entre as maiores companhias do mundo caso a expectativa se confirme. A dimensão da transação levou à montagem de um amplo sindicato financeiro, considerado um dos maiores já organizados para ofertas desse tipo em Wall Street.
Cinco instituições foram designadas para comandar a estruturação global da oferta: Morgan Stanley, Goldman Sachs, JPMorgan Chase, Bank of America e Citigroup. Outras 16 casas participam com funções complementares, atuando na distribuição das ações entre investidores institucionais, clientes de alta renda e no varejo em diversas regiões.
A estratégia de divisão de tarefas entre os bancos busca ampliar o alcance geográfico da oferta e maximizar a captação e a liquidez das ações no dia da listagem. O amplo sindicato reflete a complexidade da operação e a expectativa de forte demanda internacional.
Fontes de mercado apontam também para discussões sobre possíveis mudanças na forma tradicional de condução de IPOs, incluindo maior acesso de investidores de varejo à oferta. Essa maior participação do público poderia alterar o perfil de distribuição das ações e influenciar o comportamento dos papéis após a estreia em bolsa.
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Se concretizada nas condições apontadas, a operação teria potencial para superar referências históricas de abertura de capital e colocar 2026 como um ano de destaque nas listagens globais, em um cenário de retomada das ofertas públicas e interesse por empresas de tecnologia e inovação.
A SpaceX, portanto, dá passos significativos na organização do que pode se tornar uma das maiores estreias do mercado acionário, com um amplo grupo de coordenadores e uma estratégia desenhada para alcançar investidores em várias partes do mundo.
Com informações de Portalin

Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6