A volta inesperada do CD: como a Geração Z transformou o clássico em objeto de desejo

K-pop, cultura colecionável e artistas independentes reescrevem o papel do disco físico

O auge do streaming não acabou com o CD — ele apenas mudou de função. Em vez de ser o principal meio de ouvir música, o compacto voltou como símbolo: do pertencimento, da coleção e do encontro entre fã e artista. K-pop acelerou essa tendência com lançamentos em versões múltiplas, photobooks e itens exclusivos que viram moeda social nas redes. Jovens da Geração Z, que valorizam objetos tangíveis para expressar identidade, passaram a competir por edições limitadas — e a alimentar um mercado que parecia condenado ao desaparecimento. O preço mais acessível em relação ao vinil torna o CD uma opção prática para quem quer possuir algo físico sem abrir mão do orçamento.

O impacto prático: renda para artistas e novo papel para o físico

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