A volta inesperada do CD: como a Geração Z transformou o clássico em objeto de desejo
K-pop, cultura colecionável e artistas independentes reescrevem o papel do disco físico
O auge do streaming não acabou com o CD — ele apenas mudou de função. Em vez de ser o principal meio de ouvir música, o compacto voltou como símbolo: do pertencimento, da coleção e do encontro entre fã e artista. K-pop acelerou essa tendência com lançamentos em versões múltiplas, photobooks e itens exclusivos que viram moeda social nas redes. Jovens da Geração Z, que valorizam objetos tangíveis para expressar identidade, passaram a competir por edições limitadas — e a alimentar um mercado que parecia condenado ao desaparecimento. O preço mais acessível em relação ao vinil torna o CD uma opção prática para quem quer possuir algo físico sem abrir mão do orçamento.
O impacto prático: renda para artistas e novo papel para o físico
Imagem: Freepik

Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6