Concessão Rota Gerais deve aliviar dívida da Ecorodovias no início da operação, afirma presidente

A Ecorodovias, vencedora da concessão Rota Gerais, informou que a operação deve contribuir para a redução da alavancagem financeira da companhia nos primeiros quatro ou cinco anos de vigência do contrato, segundo declaração do presidente da empresa.

De acordo com o dirigente, a entrada da concessão no portfólio deve impactar positivamente os indicadores de endividamento no período inicial após o início das obras e da operação. A expectativa divulgada pela administração aponta para um desalavancamento consistente já nos primeiros anos da concessão, sem indicação de prazos alternativos além do intervalo de quatro a cinco anos mencionado.

A Rota Gerais passou a integrar os ativos administrados pela Ecorodovias após a conquista da concessão, o que, segundo a gestão, será determinante para a composição financeira do grupo. A empresa tem sinalizado que a operação terá efeitos sobre seus índices financeiros e fluxo de caixa no curto e médio prazos, com ênfase no período inicial de quatro a cinco anos indicado pelo presidente.

O comunicado profissional evita detalhar neste momento outros parâmetros específicos da concessão, como cronograma operacional, investimentos previstos ou previsão de receitas, concentrando-se na avaliação do impacto sobre a alavancagem. A postura da direção é de vincular os resultados financeiros iniciais diretamente à incorporação da nova concessão ao conjunto de ativos da companhia.

Em suas observações públicas, o presidente reforçou a visão de que a concessão Rota Gerais será um componente relevante para a gestão do endividamento da Ecorodovias nos anos iniciais, enfatizando o horizonte de quatro a cinco anos como referência para o desalavancamento.

Imagem: Divulgação

A empresa segue monitorando os desdobramentos da implementação da concessão e seu efeito nas contas corporativas conforme os próximos passos do projeto se concretizem.

Com informações de Valor.globo