A startup Kalshi, criada pela brasileira Luana Lopes Lara, alcançou avaliação de US$ 2,2 bilhões em uma recente rodada de investimentos, segundo informações de mercado. A companhia atua no segmento de mercados de previsão, onde usuários negociam contratos que apostam na ocorrência de eventos futuros.

A nova avaliação consolida um crescimento que já havia levado a Kalshi ao status de unicórnio ao ultrapassar a marca de US$ 1 bilhão. Em rodada anterior, a empresa captou cerca de US$ 185 milhões, com participação de fundos como Paradigm e Sequoia, além de outros investidores institucionais.

Fundada em 2018, a Kalshi opera como plataforma regulamentada nos Estados Unidos, oferecendo contratos no formato “sim ou não” sobre uma variedade de temas, que vão desde indicadores econômicos até desfechos políticos e resultados esportivos. Os preços desses contratos refletem a probabilidade que o mercado atribui a cada evento.

O avanço recente no valuation acompanha a expansão das negociações em prediction markets, setor que movimenta bilhões de dólares e atrai investidores em busca de novas formas de hedge e especulação. A Kalshi tem ampliado sua atuação internacionalmente e firmado parcerias com instituições financeiras para distribuir seus produtos.

A trajetória da empresa também elevou o perfil de sua cofundadora brasileira. Com participações relevantes na companhia, Luana Lopes Lara tornou-se bilionária em rodadas anteriores, conforme a valorização do negócio no mercado global de tecnologia e finanças.

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O aporte mais recente indica que investidores continuam a apostar no potencial de crescimento desse segmento, mesmo diante de desafios regulatórios e de questionamentos sobre a natureza das operações, que frequentemente recebem comparações com apostas.

A informação sobre a nova rodada e a avaliação de US$ 2,2 bilhões reforça a continuidade do interesse de capital no modelo de negócios da Kalshi e sinaliza a confiança em sua expansão, ainda que o setor enfrente escrutínio regulatório.

Com informações de Portalin