O atacante Lionel Messi, atualmente no Inter Miami, revelou em entrevista ao canal argentino “Luzu TV” seus planos para o período depois de pendurar as chuteiras. Contrariando a trajetória de muitos grandes nomes do futebol, o craque não pretende seguir carreira como treinador. Em vez disso, ele almeja criar e gerir seu próprio clube de futebol a partir do zero.

Foco na gestão esportiva e formação de base

Durante a conversa, Messi destacou que sua motivação maior está na administração de um projeto esportivo e na descoberta de jovens talentos. “Eu não me vejo como um técnico. Eu quero ter meu próprio clube, começar do zero e torná-lo grande. Poder dar às crianças a oportunidade para se desenvolver e alcançar algo importante. Se eu tivesse que escolher, isso me empolgaria mais”, afirmou o argentino.

Participação atual no Inter Miami

No contrato firmado com o Inter Miami, clube da Major League Soccer, Messi conta com uma cláusula que o beneficia com uma participação societária minoritária. Esse acordo lhe garante influência direta nas decisões esportivas e comerciais da franquia estadunidense, além de prepará-lo para futuros desafios na gestão de equipes.

Experiência familiar e parcerias em clubes menores

O envolvimento de Messi no universo administrativo também perpassa iniciativas de familiares e amigos. Recentemente, seu irmão Matías Messi assumiu a presidência do Leones FC, time que deverá competir na quarta divisão argentina a partir de 2026 após confirmar sua inscrição na AFA. Paralelamente, o jogador colaborou na fundação do Deportivo LSM, clube uruguaio criado pelo ex-companheiro Luis Suárez, que também atua na quarta divisão de seu país.

Com essas participações, Messi consolida um caminho de aprendizado em gestão esportiva antes mesmo de iniciar seu projeto próprio. A intenção de estruturar uma instituição com ênfase na base e no desenvolvimento orgânico de atletas reforça o desejo do craque de deixar um legado para as próximas gerações no futebol mundial.

Imagem: Divulgação

O argentino segue, assim, os passos de outros ídolos que migraram para funções de dirigente, apostando na formação de jogadores como principal alicerce para o crescimento de sua futura equipe.

Com informações de Jornaldorap