Brasileiros que planejam viagem à Argentina em 2026 devem considerar variação cambial e oscilações de preço provocadas pelo cenário econômico. Os principais itens que pesam no orçamento são passagens aéreas, hospedagem e despesas diárias, como alimentação e passeios. Com planejamento, é possível antecipar gastos e aproveitar ofertas.

Passagens aéreas

De acordo com dados do Decolar, os bilhetes de ida e volta para a Argentina ficam, em geral, entre R$ 1.200 e R$ 2.500, dependendo da época do ano e da antecedência da compra. Promoções relâmpago podem reduzir esses valores, enquanto alta temporada e feriados tendem a elevar o preço das tarifas.

Hospedagem

A acomodação compõe parcela significativa do custo total da viagem. Hotéis mais simples costumam cobrar entre R$ 150 e R$ 300 por noite. Para quem busca maior conforto, tarifas podem alcançar R$ 500 ou mais por diária, conforme localização e padrão do estabelecimento. Opções como aluguéis de temporada e hostels aparecem como alternativas mais econômicas, capazes de reduzir o impacto no orçamento.

Alimentação e passeios

Para refeições, a média diária estimada varia entre R$ 50 e R$ 120, segundo o levantamento. Atividades turísticas, visitas a vinícolas e atrações culturais têm custos que normalmente oscilam de R$ 50 a R$ 300 por passeio, o que torna o planejamento desses itens importante para evitar surpresas nas despesas.

Imagem: Divulgação

Somando passagem, hospedagem, alimentação e passeios, uma viagem de poucos dias para a Argentina pode custar entre R$ 3.000 e R$ 6.000 por pessoa. A proximidade geográfica do país, aliada a preços, muitas vezes, mais acessíveis frente a outros destinos internacionais, mantém a Argentina como opção competitiva para turistas brasileiros, desde que haja organização prévia dos gastos.

Com informações de Olhardigital