O site Canaltech reuniu seis títulos de mundo aberto que costumam passar despercebidos apesar de oferecerem experiências relevantes dentro do gênero. A lista inclui produções de diferentes épocas e propostas, desde RPGs pós-apocalípticos até aventuras sem combate, e destaca aspectos como ambientação, sistema de combate e liberdade de exploração.
Transmissão: Band
Biomutant (2021)
Em Biomutant o jogador assume o papel de uma criatura antropomórfica em um mundo aberto marcado por biomas variados e civilizações desaparecidas. Lançado em 2021, o jogo coloca o protagonista diante de uma praga que devasta o planeta e mistura elementos de combates com armas e artes marciais, oferecendo evolução do personagem e exploração de ambientes diversos.
Brutal Legend (2009)
Brutal Legend, de 2009, combina estética e narrativa inspiradas no rock com um cenário que remete a um mundo medieval fantástico. O jogador controla Eddie Riggs, interpretado por Jack Black, e enfrenta hordas de demônios enquanto interage com personalidades do metal e uma trilha sonora marcante que reforça o tom do jogo.
The Technomancer (2016)
The Technomancer, lançado em 2016, se passa no mesmo universo de Mars: War Logs (2013) e situa a ação 200 anos antes, durante a chamada Guerra da Água. O jogo mistura magia e tecnologia, apresentando estilos de combate variados, finais alternativos e um mundo aberto com forte conteúdo de ficção científica que explica eventos do título anterior.
Sable (2021)
Sable, de 2021, é um título independente que acompanha a jornada de um jovem através do deserto de Midden em busca de sua máscara, parte de um rito de passagem. A experiência é definida pela ausência de combate, com foco na exploração, nas interações com NPCs e na narrativa ambiental que o jogador descobre enquanto progride.
Imagem: Canaltech
Elex II (2022)
Lançado em 2022 pelos mesmos criadores de Gothic e Risen, Elex II oferece um mundo pós-apocalíptico em que ciência e fantasia se misturam na região de Magalan. O protagonista Jax precisa defender a paz enquanto o jogador desfruta de liberdade de exploração, uso de propulsor a jato para alcançar locais variados e NPCs que reagem às escolhas do personagem.
Mad Max (2015)
Mad Max, de 2015, se baseia no universo do filme Mad Max: Estrada da Fúria e coloca o jogador em um mundo desértico repleto de gangues e tempestades de areia. A narrativa antecipa consequências dos eventos do longa, com a presença do antagonista Scabrous Scrotus, e foca em combates veiculares, invasão de bases e a atmosfera pós-apocalíptica. Apesar de integrar uma franquia conhecida, o jogo vendeu pouco mais de 1 milhão de unidades e acabou sendo menos lembrado com o tempo.
Esses seis títulos apresentam propostas distintas para exploração em mundo aberto — de aventuras sem combates a universos que combinam tecnologia e magia — e formam uma seleção de jogos que podem interessar a quem busca experiências fora dos grandes nomes do gênero.
Com informações de Canaltech

Gudyê GR6 é editor-chefe e especialista em tendências musicais e entretenimento na GR6, a maior produtora de funk do Brasil. Com anos de experiência no mercado fonográfico, Gudyê lidera a equipe de conteúdo trazendo as últimas notícias sobre música, cultura urbana. Autor do Post: Gudyê GR6